Influenciar também é empreender!

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Pati Perri, jornalista, trabalhou em redações e assessorias de imprensa, até que se casou, teve filhos e resolveu usar o seu texto e pesquisas em prol de discutir a maternidade e seus desafios. Através do Instagram e do blog Maminforma, compartilhou experiências diversas sobre a gravidez, colecionou milhares de seguidoras e percebeu o potencial das mídias sociais para trabalhar com parcerias e oferecer conteúdos exclusivos, vivendo deste trabalho diário, voltado aos leitores que conquistou nos últimos anos. Trocou as redações pelo home-office. Transformou-se numa influenciadora digital que, com colaboradores especializados, ajuda mulheres comuns a reconquistar sua autoestima e seu interesse pela vida saudável e produtiva. Conversamos com ela sobre esse novo nicho do empreendedorismo que brota da internet interativa.

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Selene Ferreira: O que é “empreender” para você? Foi difícil se transformar numa empreendedora, ao invés trabalhar numa grande empresa do jornalismo em busca de sucesso?

Pati Perri: Na verdade, empreender não foi difícil, porque nunca me enxerguei trabalhando como funcionária de alguém por muito tempo. Para empreender é preciso primeiro acreditar no seu potencial, nas suas ideias e traçar um caminho certeiro. Meu objetivo sempre foi construir algo fosse útil e ajudasse muita gente, por isso, surgiu a ideia do blog e das redes sociais.

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Selene: Sua formação a ajudou?

Pati: Acredito que sim, pelo fato de eu ser uma pessoa comunicativa, prezar pela ética em primeiro lugar e procurar me manter atualizada com tudo, me tornar uma digital influencer foi uma missão de vida. Afinal, há alguns anos atrás, para ser ouvida, você teria que ser política, celebridade ou ter muito dinheiro para comprar atençao e mídia. Hoje, com o crescimento desenfreado das redes sociais no mundo, nós, meros mortais, podemos sim, ser ouvidos e influenciar muita gente com imagens, idéias e motivação.

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Selene: Qual sua visão de mercado e negócios hoje em dia?

Pati: Devido a crise que atravessamos, o brasileiro no geral, passou por um grande susto, hoje estamos tentando voltar a acreditar no país e seguir em frente. Sem dúvida o mercado digital tem um futuro promissor para pequenas e grandes empresas. Isso porque a visibilidade oferecida é gigante e o investimento é infinitamente menor que nos meios convencionais de comunicação.

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Como sentiu que as mídias sociais trabalhavam a seu favor? Como tudo começou?

Quando já não me encaixava dentro da rotina da minha profissão, um amigo que estava super focado na área de moda e beleza me incentivou a fazer um blog. Nele comecei falando de viagens que fazia, mas ainda não era aquilo. Foi quando percebi que poderia ajudar muitas mulheres com minhas experiências de vida.

Sempre treinei e quando engravidava, engordava bastante: quase 30 kgs a mais na balança! (sim, sou eu nas fotos!) Mas sempre conseguia voltar e cada vez o corpo parecia responder melhor. Então, comecei com o Maminforma, incentivando outras mães , como eu, a se cuidarem para poder ficar de bem com o espelho. Foi quando percebi que não eram só mães que me seguiam e curtiam meu estilo de vida, muitas mulheres mais novas, sem filhos também e foi aí que resolvi trocar o nome do site para o meu, Pati Perri e seguir falando de um lifestyle saudável. Hoje com 41 anos, casada há 15  e 3 filhos, percebo que nós mulheres somos movidas à pura motivaçao.

Recebo diariamente inúmeras mensagens de pessoas que não conheço agradecendo pelo estímulo, por eu dividir um pouco do meu dia-a-dia, com dicas de culinária, nutrição, viagens, beleza, decoração e assim inspirá-las a serem cada dia melhor, curtindo o seu próprio jeito de ser. Isso para mim é extremamente gratificante, é o que realmente me dá energia para seguir no caminho que escolhi.

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Quem é o seu público hoje? Que missão você sente junto a ele?

Estatisticamente, meu público são mulheres entre 21 e 46 anos, mas posso afirmar que são mulheres entre 8 e 80 anos e comprovo no boca a boca, porque as amiguinhas dos meus filhos de 7 e 8 anos, me admiram, querem saber se sou modelo, se a cor do meu cabelo é natural… (risos). As amigas e amigos da minha filha de 15 anos me seguem no Insta e estão sempre ligadas nas minhas dicas. Quando vou à escola deles (que é gigante) sou sempre reconhecida e, mesmo os que não são amigos deles, chegam para conversar e fazer mil perguntas. As amigas e parentes também estão sempre ligadas em tudo que faço e indico. Já as mulheres que entram na estatística do analytics e ainda não são mães, querem seguir meu estilo querendo chegar bem aos 40 anos; as que já construíram uma família, buscam no meu perfil a motivação para seguir uma vida saudável e estarem bem consigo mesmas.

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Esse modismo de blogueiras fitness “quase” te pegou? E por que não?

Sempre gostei e tive um estilo saudável, pelo simples fato de gostar de treinar, de olhar para o meu corpo e estar feliz com o que via no espelho. Com as gestações e as dificuldades para voltar ao corpo que me sentia bem, só pensava em ajudar outras pessoas depois de obter sucesso, sem exageros. Confesso que o rótulo blogueira fitness, me incomodava porque muitas pessoas acreditavam que eu vivia praticamente 24 horas na academia ou que poderia passar minha dieta e treino pra elas. Mas sou jornalista, prezo muito a ética da informação, NÃO sou educadora física ou profissional na área da saúde, NÃO posso de forma alguma passar tais informações. As redes sociais trouxeram muita coisa boa, mas também um tsunami de pessoas querendo aparecer a qualquer preço, dando “dicas”, passando dietas e treinos extremamente errados, prejudicando pessoas leigas.

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Minha vida é bem diferente disso: tenho 3 projetos de lei focados em alimentação saudável, um deles em escolas públicas; o blog onde posto matérias tem muita pesquisa e ajuda de profissionais das áreas que abordo; prezo demais a educação dos meus 3 filhos que estão em fases diferentes; administro a casa e minhas funcionárias; tenho vida social, marido, amigos. No final, o treino, que é o centro da conversa das fitness girls, diferente do que muitos pensam, ocupa apenas 1 hora do meu dia.

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A culpa de veículos sem conteúdo, na sua visão, é mais de quem os publica, ou dos leitores que exigem pouco e coisas mais imediatas e rápidas de absorver?

Cada rede social tem seu apelo, no instagram, por exemplo, as pessoas querem ver e ser vistas, então o público se interessa apenas por fotos e o conteúdo se perde. Já o público que acessa Blogs, busca informação e conteúdo com muitas fotos. O facebook já é um mix dos 2, porém c conteúdo resumido. Mas o que realmente me incomoda são as empresas que só enxergam números de seguidores, que nem sempre são reais e deixam de investir ou ajudar atletas sérios, profissionais competentes, pessoas “verdadeiras” e não personagens para patrocinar ou fazer parcerias.

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As mulheres caminharam muito desde a queima de sutiãs em praça pública. O feminismo morreu? Perdeu o seu sentido ou ganhou outro direcionamento?

O feminismo sempre irá existir. Pode ter outros direcionamentos. Com o empoderamento feminino, acredito que a mulher deu um outro passo, se libertando daquela visão radical do feminismo. Hoje ela tem segurança para mostrar que não é o sexo frágil, que tem coragem para trabalhar, conhecimento para executar e estilo para ser ela mesma sem medo de pré-julgamentos, críticas ou hipocrisias.

ENTREVISTA
Marina Helou: a jovem que estreou na política com mais de 16 mil votos em SP!

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Os eleitores de Marina Helou, 29 anos, candidata pela primeira vez à Câmara Municipal de São Paulo em 2016, talvez tenham ficado tão frustrados, quanto os de Hillary Clinton nos Estado Unidos, quando os resultados foram anunciados. Elas foram vitoriosas nas urnas pelo volume do voto popular, mas acabaram derrotadas pelos cálculos de coeficientes aplicados. Se o cálculo fosse da soma simples alcançada na apuração, ambas estariam eleitas. Mas essa frustração impingida também às candidatas, pode ter efeitos bem diferentes em suas decisões cá e lá, pois Hillary já é veterana na política e Marina está apenas começando… Mesmo sem alcançar sua vaga, ela promete estar cada vez mais envolvida nas discussões sobre gestão pública e reforma política, com a visão otimista e contagiante de uma jovem administradora, mulher e ativista, determinada a participar de forma ativa como cidadã de São Paulo e do Brasil, por um país mais justo e respeitador da diversidade e com ferramentas para detectar e impedir a rede de corrupção. E olha! O quanto ela tem a dizer sobre tudo isso… Essa entrevista exclusiva traz uma visão ampla do que se espera das mulheres empoderadas, que não podem fugir da ação política participativa, seja na hora de voltar, se candidatar, ou promover transformações no dia-a-dia, mesmo diante de pequenas derrotas.

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Selene Ferreira: O que a fez voltar-se para o mundo político e ter o desejo de atuar como agente de mudanças no cenário da política paulistana?

Marina Helou : Sempre tive interesse em atuações de propósito e larga escala. Entendo que a gestão pública é um espaço com um potencial incrível de transformação real na vida das pessoas e durante a graduação no curso de Administração Pública isto ficou cada vez mais claro para mim. Após 2013 ficou muito claro que a minha geração havia se afastado da discussão pública, e que para a transformação que sonhávamos seria necessária uma nova forma de fazer política e de novos políticos. Refletindo sobre minha vida, formação e possibilidades entendi que poderia contribui com este processo me colocando candidata nas eleições de 2016 e construindo possibilidades de descomplicar a política aproximando as pessoas dos espaços de poder.

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SF: Depois de uma campanha tão íntegra e direta, com conversas ao vivo pela internet com os possíveis eleitores, como absorveu a não eleição? Pretende continuar na política?

MH: Foi duro! Claro que nossa expectativa estava bem alta com todo o trabalho e consistência que criamos na campanha, sentíamos o retorno positivo e estávamos animados. A sensação foi de muita alegria por ver a concretização no número de votos que recebemos e de tristeza pois a Rede não atingiu o coeficiente eleitoral. Também por toda entrega que uma campanha exige a sensação do dia seguinte foi a de maior ressaca da vida!
Mas, passada a ressaca, temos um balanço muito positivo do processo. Tínhamos duas metas, a eleição e descomplicar a política aproximando as pessoas dos espaços de poder. Tenho certeza que nossa campanha trouxe o interesse para a política para muita gente mostrando uma nova forma de fazer. Por vezes um impacto muito maior do que havíamos planejado! Continuar na política? Pretendo sim!

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SF: Você se candidatou pela REDE e alguns outros partidos elegeram vereadores com menos votos que você… A escolha de um partido hoje é mesmo fundamental no que tange valores, idealismo e compromissos?

MH: Esta é uma discussão muito contemporânea e importante de enfrentarmos no Brasil.
A REDE surgiu como um movimento incrível de colocar uma agenda de sustentabilidade e de conexão para a política. Com pessoas maravilhosas e muito inspiradoras. A decisão de virar partido trouxe toda a complexidade e disputas por poder que um partido tem por natureza e de alguma forma isto fez com que se perdesse bastante da força que o movimento tinha.
No Brasil temos mais de 30 partidos, que não representam com consistência mais de 30 conjuntos de valores, idealismo e compromisso. Isso não é saudável para a disputa politica e gera muitas negociatas de coalizão.

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Hoje meu maior envolvimento está em discutir e me engajar na reforma política que esta em curso no Congresso e refletir sobre qual o melhor desenho que aumentaria a democracia e a possibilidade de participação. Partindo desta discussão teremos com certeza outras configurações partidárias. A escolha do partido, então, poderá voltar a ser mais ideológica do que pragmática, que é como o sistema força a escolha atual dos candidatos, para que não ocorra o que aconteceu comigo.

Por outro lado tenho observado diversos movimentos, surgindo e aspirando as eleições, com pautas comuns e com uma potência incrível. Vejo que nestes movimentos o partido importa pouco, sendo usados apenas como ferramentas necessárias para participar das eleições, mas o compromisso real é com o movimento. É possível observar este fenômeno em várias vertentes ideológicas como o MBL ou o Muitxs de BH. Talvez estes movimentos sejam os “partidos contemporâneos” que são mais fluidos e ideológicos, mais em rede e conectados e com menos disputas de poder. Acho que vem coisas muito interessantes por aí neste sentido.

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SF: A seu ver, tivemos uma mudança significativa nas cadeiras da assembléia? Temos gente nova que possa dar esperança de mudanças reais na política local?

MH: A nova composição da Câmara dos Vereadores de São Paulo tem alguns pontos positivos. Mais do que dobramos a presença das mulheres. Ainda que continuemos como minoria absoluta foi um bom avanço! Também conseguimos eleger quadros novos e jovens na politica como Sãmia Bonfim, Fernando Holiday, Caio Miranda e Janaína Lima, o que para mim é muito importante.
Porém a taxa de renovação foi pequena e a grande composição da Câmara se manteve entre as mesmas pessoas e grupos de interesse que inclusive resultaram na eleição do Milton Leite, mais uma vez, como Presidente da Câmara.
Para que as mudanças reais aconteçam precisaremos estar muito próximos da politica e dos políticos, participando, contribuindo e cobrando!

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SF: A representatividade da mulher na Câmara ainda é pequena. O que falta para mudar esse quadro definitivamente? A questão das cotas para mulheres nos partidos alterou de alguma forma a conscientização das mulheres eleitoras, ou das que têm potencial de candidatura?

MH: Sim. A representatividade da mulher na política brasileira é uma das mais baixas do mundo, perdendo inclusive para países do Oriente Médio. A cota das mulheres nas chapas dos partidos altera muito pouco este cenário. Já existe há muitos anos e não conseguimos avançar no tema pois as candidaturas femininas ainda são poucas e acabam sendo muitas vezes fracas e desorganizadas apenas para compor a chapa. Ainda temos em nosso imaginário a percepção de que os políticos são homens, brancos e mais velhos. Na hora de votar procuramos opções que se encaixem nesta imagem pois nos passa mais segurança.
Por isto termos mais mulheres eleitas nos ajudaria a mudar este esteriótipo e mais pessoas entenderiam este como um espaço nosso. Para que esta mudança realmente ocorra, além de falar cada vez mais no tema e apoiarmos boas candidatas, há alguns projetos mais afirmativos como a reserva de cota de cadeiras ou a concessão de dois votos por pessoa, um em mulher, outro em homem.

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SF: Mudamos de um governo petista, para um tucano, com um personagem (prefeito) que se vendeu não como político, mas como empresário… Isso pode dar bons frutos?

MH: Na minha visão temos duas questões aqui. A primeira é se podemos ter bons frutos da gestão Dória em São Paulo e a segunda do impacto de vendermos a imagem de gestor e não político.
No primeiro caso acredito que é muito possível termos uma boa administração da prefeitura nos próximos anos pela gestão Dória. O ex-prefeito Haddad entregou a cidade com um contexto muito favorável: a dívida municipal controlada e o caixa em ordem, grandes obras como hospitais a serem inaugurados, os processos da administração pública organizados e otimizados. O Dória tem bom terreno para trabalhar e entregar melhorias reais na vida das pessoas em saúde, moradia, educação, transporte, segurança. E ele está muito empenhado em realizar uma boa administração, o que é bom para São Paulo.
No entanto, acho que perdemos bastante em uma evolução profunda que Haddad vinha fazendo que é trabalhar o Direito à Cidade e a retomada dos espaços públicos pelo paulistano em suas diversas possibilidades, gerando maior integração e convivência entre as realidades tão distintas que temos aqui. Acredito que a gestão Dória não acredita nesta abordagem e está empenhada em uma comunicação intensa de bastante visibilidade e marketing apoiada em uma narrativa de “nós contra eles”, que em minha visão é muito triste e atrasada para as possibilidades contemporâneas que temos no cenário das grandes metrópoles do mundo.
Quanto ao discurso de ser gestor e não politico, acredito que os resultados podem ser muito perversos. Vivemos em um momento que os estabilishment político é muito antigo e nocivo. São as mesmas pessoas de sempre que se entendem donas da gestão pública, participam de grandes escândalos de corrupção e abuso do poder, mas não saem de lá. O sentimento geral é de raiva e indignação. Mas quando extrapolamos este sentimento, em relação a ciclano ou beltrano e o generalizamos para toda a política, negamos também a política por si só como o maior desafio e a maior possibilidade de transformação que temos. Negar isso abre espaço para caminhos muito perigosos.

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SF: Qual é o papel das mulheres nas mudanças necessárias no modo de gerir as nossas instituições publicas, cuidar da nossa cidade, cobrar dos governantes?

MH: Gosto muito de lembrar que grandes revoluções como a Revolução Francesa e a Revolução Russa iniciaram com movimentos das mulheres, como marchas e revoltas. Tenho certeza que a força feminina tem um papel vital na transformação da sociedade e não podemos deixar de dar esta contribuição. A partir de um olhar de necessidade específica e também de uma outra forma de entender e pensar soluções temos uma força gigante para contribuir e para isto precisamos estar nos espaços. Temos de nos colocar para servir as instituições públicas, dar visibilidade e apoio aos diversos movimentos de ocupação e pertencimento que já existem na cidade, nos manifestarmos e estarmos presente no dia a dia dos nossos governantes e principalmente cobrar.
A força das mulheres nestes temas é gigante e precisa ser honrada.

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SF: Como você vê seu futuro político?

Faço esta reflexão de enxergar muito propósito na arena pública e de sentir a responsabilidade e o privilégio de poder colocar toda experiência e formação incríveis que recebi a serviço da gestão pública e da política. Entendo que minha geração se afastou muito deste espaço e o cenário que vemos aí hoje com os políticos que aí estão e não nos representam são reflexos da nossa ausência.
Entendo que é muito importante pensar um futuro politico. Estar nesta disputa e crescer consistentemente para influenciar e construir a sociedade que desejo. Esta certeza eu tenho. Agora os próximos passos exatamente estão em construção… hehehe.. estão sempre em constante construção.

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SF: Como enxerga a atual política nacional?

MH: Um desastre. É muito ruim para o Brasil como Nação não ter um governo eleito e ter passado por um processo tão traumático quanto o impeachment. Entendo que a Chapa Dilma-Temer deveria ter sido prontamente julgada pelo TSE após um pleito tão inverídico e insustentável como o de 2014.
Porém isso não aconteceu. A Dilma sofreu o impeachment já com o país sem nenhuma governabilidade e o Temer deveria então ter ocupado este espaço com respeito e dedicação em resolver a crise econômica e a realizar uma transição consistente com o programa pelo qual foi eleito como vice.
No entanto não é isso que vemos acontecer. É um governo que lidera por meio de medidas provisórias, sem diálogo e debate com a sociedade, com um time sem diversidade que sintetiza o que de mais antigo e ruim temos na política mexendo em temas muito sensíveis para todos. Não tem como dar certo.
Vejo a Lava Jato como um grande fator de instabilidade que agora precisa ser preservado com muito cuidado para não sofrer com a morte do Ministro Teori.
No fundo penso que o que acompanhamos hoje na politica nacional é o fim de um ciclo. O ciclo da redemocratização, da Constituição de 88, de Tancredo até Temer, está chegando no fim. Com certeza foi um ciclo importantíssimo e estamos melhor do que a 30 anos em todos os aspectos. Nos trouxe até aqui. Porém para seguirmos precisamos repactuar uma visão de país e de Brasil entre as partes. Precisamos de uma visão mais de longo prazo e pensar quais são os combinados que irão garantir o próximo ciclo, o futuro.

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SF: Que recado vc deixaria para as mulheres desacreditadas da política e dos políticos?

MH: Que elas tem razão. Os políticos que estão ai hoje, e por consequência a politica, não merecem créditos e não nos animam para a construção e transformação necessária. Mas então, que levantem e olhem em um espelho. Sim a resposta de quem pode mudar isto é essa mesma. Você.
Todas as mulheres tem e terão um papel fundamental em uma transformação com impacto positivo na sociedade então meu recado é: Lutem, Lutem pelo que é importante para vocês!

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SF: Você se utilizou muito das redes sociais para se comunicar com os eleitores. Que outros papéis importantes estas redes podem desenvolver no futuro político e cívico do país?

MH: Acredito muito no papel das redes sociais e da tecnologia nas transformações da sociedade. O poder das redes, de aproximar as pessoas e dar voz a todos, é um poder político. Pode aproximar as pessoas dos espaços de poder, encaminhar demandas e criar canais de diálogo.
Para muito além das campanhas acredito que as redes podem contribuir muito para mandatos com maior diálogo, participação, proximidade e transparência. É importante que haja bastante cobrança para não virar mais um canal de propaganda e marketing politico como estamos vendo por aí, mas tenho muita confiança que são ferramentas importantes que auxiliam na construção de uma democracia mais direta e participativa, como este blog.

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SF: Criança que tem conhecimento político e vontade de fazer a diferença… Como começar?

MH: Sim! Na minha visão temos que começar por aí mesmo. Reconhecendo os agentes políticos nas crianças. E parando para escutá-las. Para além da importância da formação delas como agentes de reflexão e construção políticos, acredito na contribuição imediata que elas podem dar na confecção de politicas públicas.
Acompanhei algumas candidaturas com propostas muito interessantes neste sentido como a do Pedro Markun da Rede e da Maira Pinheiro do PT que tinham plataformas e metodologia de inserção das crianças no mundo político que valem a pena conhecer como o “Jogo da Politica”.
Na nossa proposta de mandato teríamos alguns momentos voltado para a participação da criação e metodologias para incluí-las na construção de propostas de soluções para diversos temas como educação, espaço público e saúde.

*lembramos sempre que damos plena liberdade de resposta a nossas entrevistadas e que a opinião delas, sem reservas, nem censura, é sempre respeitada, independente da nossa posição editorial.

Material escolar: pesquise para evitar pagar mais caro

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O mês está quase acabando e voltam as aulas e as longas listas de material escolar. Difícil é resistir à uma grande papelaria que parece ter tudo, mas que no final das contas pode ser um gasto muito além do esperado sem uma mínima pesquisa anterior. Valorize o seu dinheiro e lembre que esta é a época das despesas anuais inevitáveis. Uma economia aqui ou ali, por menor que seja pode ajudar muito no orçamento familiar.

Janeiro é o mês dos gastos: IPVA, IPTU, matrículas e material escolar. Se você ainda não resolveu o último item, precisa ficar atenta. Uma pesquisa comparativa de preços de material escolar da Fundação Procon-SP levantou que o valor do mesmo produto pode variar até 457,14%.

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O estudo investigou os preços de 214 produtos em 10 papelarias em todas as regiões de São Paulo. A maior diferença foi encontrada na unidade do lápis preto Natarja HB nº 2, da CIS/Sertic, cujo menor valor era de R$ 0,35 em um estabelecimento, e R$ 1,95 em outro.

Outra grande diferença de preço do levantamento foi do lápis de cor hexagonal 24 cores, da Acrilex, de 307,95%: R$ 8,80 o mais barato e R$ 35,90 o mais caro. Você pode acessar a pesquisa completa aqui.

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Para evitar gastos desnecessários, o Procon-SP orienta que, além de pesquisar muito, os consumidores verifiquem se já possuem alguns dos produtos da lista do material escolar em casa em condições de uso, e que troquem livros didáticos entre alunos que cursam séries diferentes.

Veja onde encontrar o menor preço de 20 itens do levantamento feito na capital paulista:

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Apontador de lápis – 1 furo
Apontador sem depósito de metal da CIS/Sertic: R$ 0,80 na JB Papelaria, zona leste (preço médio: R$ 0,89)
Borracha
Borracha Record 40 branca da Mercur: R$ 0,39 na JB Papelaria, zona leste (preço médio: R$ 0,49)
Caderno brochura 1/4 capa dura 96 folhas – unidade
Caderno Linha Mais+ Lisa (amarelo, azul, verde e vermelho) da Tilibra: R$ 2,20 na Japuíba, zona norte, e na JB Papelaria, zona leste (preço médio: R$ 3,43)
Caderno universitário espiral capa dura 96 folhas – unidade
Caderno Quatro Elementos da Foroni: R$ 4,30 na JB Papelaria, zona leste (preço médio: R$ 6,16)
Caderno universitário espiral capa dura 200 folhas – unidade
Caderno Quatro Elementos da Foroni: R$ 7,50 na Japuíba, zona norte (preço médio: R$ 10,37)
Caneta esferográfica
Caneta Cristal 1.0mm cores azul, vermelha, preta e verde BIC: R$ 0,59 na JB Papelaria, zona leste (preço médio: R$ 0,95)

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Caneta hidrográfica – estojo
Caneta 12 cores da Acrilex: R$ 6,30 na Lapapel, zona oeste (preço médio: R$ 8,03)
Cola em bastão – unidade
Cola 10g da Acrilex: R$ 1,90 na JB Papelaria, zona leste (preço médio: R$ 2,74)
Cola branca líquida – unidade
Cola Ecogreen 37g da Acrilex: R$ 0,80 na JB Papelaria, zona leste (preço médio: 1,20)
Giz de cera – estojo
Giz Big 6 cores da Acrilex: R$ 1,00 na Kalunga, centro (preço médio: R$ 9,58)
Lápis de cor
Lápis Hexagonal 12 cores da Acrilex: R$ 7,00 na Japuíba, zona norte (preço médio: R$ 9,51)
Lápis preto
Lápis HB nº2 Plastic corpo de plástico redondo da CIS/Sertic: R$ 0,30 na Japuíba e na Magno’s, zona norte, e na JB Papelaria, zona leste (preço médio: R$ ,030)
Lapiseira
Lapiseira Shimmers 0.7mm hexagonal corpo translúcido borracha branca várias cores da BIC: R$ 1,95 na Japuíba, zona norte (preço médio: R$ 3,99)
Marca texto
Marca texto Brite liner várias cores da BIC: R$ 1,50 na JB Papelaria, zona leste (preço médio: R$ 2,18)
Massa de modelar
Massinha Abelinhas soft 6 cores potes 90g da Acrilex: R$ 1,40 na JB Papelaria, zona leste (preço médio R$ 2,02)

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Papel sulfite
Papel sulfite A4 Chamequinho 210x 297mm 75g/m² pacote com 100 folhas brancas Chamex: R$ 3,40 na JB Papelaria, zona leste (preço médio: R$ 4,36)
Refil para fichário universitário pautado 4 furos 96 folhas
Tiliflex Académie tarjado da Tilibra: R$ 4,95 na Japuíba, zona norte (preço médio: R$ 6,18)
Régua plástica 30 cm – unidade
Régua 30 cm várias cores da Acrimet: R$ 1,10 na Japuíba, zona norte. (preço médio: R$ 1,98)
Tesoura escolar sem ponta
Tesoura KS 96 lâmina com régua de 5cm cor preta da CIS/Sertic: R$ 1,45 na JB Papelaria, zona norte (preço médio: R$ 2,10)

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#Dica : Dê um google nos nomes das papelarias e descubra lojas mais próximas de você. Considere também o dinheiro gasto em transporte. Mas não saia de casa sem pesquisar antes. Sites de comparação de preço como o Bondfaro, Buscapé ou Zoom, também podem ajudar.

Mudando o astral da casa com sacadas inspiradas

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Que tempo você tem reservado para fazer uma coisa qualquer que você gosta como um hobby ou apenas uma mudança na sua rotina que lhe propõe um bem estar maior e uma mudança no astral da sua casa e a energia dela ?
Com o início de ano, muitas pessoas aproveitam esse entusiasmo que as festas proporcionam para dar uma repaginada na casa sem fazer aquisições ou se desfazer dos móveis existentes.

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Muitas vezes apenas as mudanças de cômodo proporcionam um novo astral e a sensação de estar num lar todo novo.

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Tenho visitado muitas casas que têm alguns móveis raros e bacanas encostados e sem uso, mas que podem dar um up bem charmoso se combinado com os moveis e itens de decoração existentes no seu lar.

 

Cito aqui alguns exemplos bem bacanas:

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Mesa de lateral que virou criado-mudo no quarto e deu uma graça toda especial, quebrando o paradigma que tudo tem que estar combinando. Hoje em dia, isso já não funciona mais.

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Quer um cantinho para guardar suas bebidas? Olha que linda essa ideia feita com um simples aparador. Com a inclusão de dois pufes abaixo, ótima opção para um barzinho.

Ou…

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Outra ideia bem bacana (e com baixo custo) são os adesivos de parede. Podem ser aplicados por você mesmo e conseguem repaginar com um simples detalhe aquela parede sem graça que você não quer pintar. Se conciliados com alguns quadrinhos o visual ficará mais encantador ainda.

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Aqui um exemplo que foi feito na suíte de minha mãe:

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A mesinha lateral branca e simples, geralmente usada na sala ganhou aplicação de pastilhas (aquelas para parede) e foi colocada como apoio na suíte. Ficou um charme e com outra finalidade.

Arrisquem!

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Vamos botar a criatividade funcionando a nosso favor e transformar nossa casa com toques espertos e inspiração?

Dedé Organizer
*nossa colunista de Organização & Estilo

Os 463 anos de São Paulo com shows por toda a cidade

Inclusive no Municipal!

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As atrações que invadem a cidade em seu aniversário estão de babar, e claro que um dos cartões postais mais emblemáticos de São Paulo não podia ficar de fora. Hoje, dia 25, o Theatro Municipal abre suas portas com grandes shows gratuitos a partir das 11h, além de uma feirinha gastronômica recheada de delícias. Para curtir a programação com entrada gratuita é preciso retirar ingresso uma hora antes de cada atração.

A primeira delas, às 11h, fica por conta do grupo Barbatuques, que utiliza os próprios corpos como instrumento musical. Os artistas apresentam o show do disco “Ayú”, com participação da cantora Badi Assad. O repertório reúne canções e músicas instrumentais que exploram a fonética, assim como aspectos rítmicos, harmônicos e melódicos.

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Na sequência, às 15h, o maestro João Carlos Martins convida o tenor Jean Willian para juntar-se à Orquestra Filarmônica Bachiana SESI numa emocionante apresentação.

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Às 17h, as cantoras Juçara Marçal e Fabiana Cozza acompanham o Bloco Ilú Obá de Min, que traz sua forte raiz africana aliada a uma temática feminista. Ilú Obá De Min, que significa “mãos femininas que tocam os tambores para o rei Xangô”, nasce para renovar a tradição, uma vez que nos costumes do candomblé as mulheres não são autorizadas a tocar o instrumento.

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Para encerrar a programação de shows em grande estilo, a cantora Liniker sobe ao palco do Theatro Municipal ao lado de um coral de 12 músicos formados pelas escolas estadual e municipal de música, que formam o grupo Ensemble Vocal Paulista.

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Entre uma atração e outra, a pedida é apreciar os quitutes servidos na feirinha gastronômica em frente ao Municipal. Tem para todos os gostos: comida nordestina do restaurante Mocotó; quitutes mexicanos do food truck La Buena Station; e os grilled cheese do QG Food Truck.

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Para harmonizar o paladar, o Los Mendozitos serve diversos tipos de vinhos e drinques refrescantes.

Theatro Municipal das 11 da manhã às 11 da noite
Praça Ramos de Azevedo, s/n República – Região metropolitana São Paulo – SP
Estação Anhangabaú (Metrô – Linha 3 Vermelha)

Lápis: um grande aliado da Arte!

Quando pequena era (e ainda sou) apaixonada por lápis de cor. Comecei minha carreira desenhando e pintando com este maravilhoso “ajudante”. E ao passar do tempo, transformou-se em um companheiro inseparável.

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Por acaso vocês tem idéia de como surgiu o lápis?
O “neandertal” do lápis pode ter sido um graveto de árvore queimado e utilizado pelos homens das cavernas para desenhar nas paredes, os tais desenhos rupestres.

No antigo Império Romano, havia um objeto de chumbo, o “stylus”, que era usado para escrever em papiros.

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O “lápis de prata” surgiu no século XII uma mistura de estanho e chumbo.
Leonardo Da Vinci, Albert Dürer, Jan Van Eyck foram alguns artistas que utilizaram este tipo de lápis.

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Na Inglaterra foram encontrados depósitos de grafite, e os ingleses observaram que poderiam fazer uma marcação negra nas ovelhas, e que poderia ser apagada quando quisesse. Isso aconteceu em 1564.
O sucesso do grafite foi grande e a Inglaterra controlou este produto por muito tempo.

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Foi na Alemanha que o lápis começou a ser fabricado em grande quantidade, na data de 1761.
Uma curiosidade é que Napoleão Bonaparte pediu que os cientistas franceses inventassem alguma coisa parecida com o lápis inglês, com isso o francês Nicolas Jacques Conté misturou grafite pulverizado com argila e fundiu esta mistura em uma temperatura altíssima. Daí o surgimento dos famosos lápis Conté, que utilizo em minhas pinturas de pastel seco sobre canson.

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O pastel pode ser encontrado em forma de barras (giz), ou lápis.
A tecnologia avançada de hoje tem favorecido os artistas, pois criaram-se diversos tipos de lápis e grafites para colorir, desenhar, escrever.

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A fábrica alemã Faber-Castell possui três fábricas no Brasil e por ano fabricam 1,5 bilhão de lápis para colorir e grafite.

Preocupados com o ecossistema, inventaram um lápis sustentável. Esse lápis é chamado de Sprout, pois quando não servir mais para escrever, poderemos planta-lo e teremos ervas e flores, crescendo no nosso jardim. Ideia pra lá de aprovada!!!

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O primeiro contato com a arte é através de um lápis. A criança procura expressar seus sentimentos com desenhos. Linhas, pontos, muitas cores, traços leves ou fortes, tudo elaborado conforme a imaginação e criatividade do pequeno artista. A coordenação motora da criança é trabalhada quando ela desenha.

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Esse fascínio por lápis coloridos vai aumentando conforme ela entra na escola.
As aulas de artes favorecem muito que o artista escondido dentro de cada criança floresça.

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E como eu disse no título, o maior aliado para que tudo isso aconteça, é o lápis.
Para mim uma grande invenção que revolucionou o mundo da arte.

Ana Bittar
*nossa colunista de Arte&Cultura

Meditação: O Que é e Como Funciona

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Nesse curso ministrado pelo prof. Enki, as noções básicas sobre meditação são apresentadas de forma simples, buscando desmistificar e simplificar as técinas e conceitos que envolvem o estudo da meditação.
Um dos principais enganos relativos à meditação é a ideia de que “meditar é parar de pensar”.
Existem várias técnicas e abordagens sobre a meditação em muitas escolas e tradições, mas todas elas apontam para o consenso de observar a meditação como ferramenta que promove a quietude e clareza mental, nos auxiliando no desenvolvimento da autopercepção.

O curso tem como objetivo mostrar que meditar é, de fato, buscar o entendimento dos gatilhos emocionais que se apresentam à nós como imagens ou pensamentos.
Cada pensamento é em si um “índice emocional” e é a nossa falta de lucidez dessas índices que nos levam a agir da maneira como agimos, construindo uma realidade conturbada ao nosso redor.
A prática atua sobre dois aspectos: o espiritual e o físico.
No aspecto físico, quem medita tem as defesas do organismo ampliadas e consegue lidar melhor com o estresse.

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Um estudo realizado na Universidade da Califórnia, EUA, conduzido por Clifford Saron e sua equipe mostrou que durante a prática da meditação a enzima telomerase (ligada ao sistema imunológico) tem sua ação intensificada.
Essa enzima é responsável por promover a longevidade nas células.
Quais são os principais benefícios para a saúde?

Dentre as vantagens que surgem da prática regular da técnica destacam-se:

  • redução do estresse e ansiedade
  • aumento de satisfação e melhor desempenho no ambiente de trabalho;
  • diminuição da insônia e depressão;
  • aumento de bem-estar e autoestima;
  • estímulo da criatividade, inteligência e memória;
  • fortalecimento do sistema nervoso e imunológico;
  • redução da pressão arterial e de dores de cabeça;
  • eliminação (ou diminuição) do consumo do tabaco, do álcool e outras drogas.

Assim, o curso contém uma parte teórica onde serão abordados assuntos como:
Como a mente funciona?
O que é samadhi?
O que é carma e quais seus mecanismos?
Como meditar?
O que são mantras e como funcionam?

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Outros tópicos abordados:
1. Definindo Consciência;
2. Carências emocionais e a reencarnação;
3. As quatro funções da mente;
4. Os Vrittis e as impressões do passado e as Vasanas ou tendências
mentais;
5. Veículos de manifestação da Consciência;
6. Os chakras ou centros de energia;
7. Pranayama e purificação dos nadis (canais de energia sutil);
8. Técnicas de limpeza áurica e técnicas meditativas;
9. Práticas: Prática de concentração, prática de Ajapa Japa (meditação
mântrica), prática de Antar Mouna (meditação dirigida passo a passo),
e exercícios de Kryia Yoga para a regulamentação do fluxo de energia.

Serviço:

sáb 28 de janeiro de 2017 – 15:30 – 21:30

Yoga Bhavani
Machado de Assis, 562 Vila Mariana São Paulo, SP

INSCREVA-SE AQUI

Um passo a passo para carregar sua marmitinha de forma prática e personalizada!

Seja para manter a dieta ou para saborear uma refeição com gostinho caseiro, muitas mulheres têm optado, hoje em dia, por levar marmitinhas para o trabalho, para o treino, para a faculdade…
Mas se você é daquelas que não adotou essa prática ainda porque acha feio carregar um potinho plástico dentro da bolsa, acabou o problema!

A embaixadora de experiências Fefê Rosada, do Up Na Vidinha,nos ensinou um passo a passo incrível para personalizarmos as marmitinhas usando materiais que já temos em casa. Ou seja: além de andar por aí com uma lancheira personalizada, você vai dar uma finalidade para itens que seriam descartados.

Arregace as mangas e use sua criatividade para criar um modelo único, que tenha tudo a ver com você!

Marmitinha Jeans

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Materiais:
• 1 calça jeans aposentada do guarda-roupa
• 1 lenço de cabelo, daqueles com estrutura aramada
• 1 tesoura
• Agulha e linha para costurar o jeans
Passo a passo:
1- Com a tesoura, corte uma das pernas da calça, mais ou menos na altura do joelho.

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2- Vire do avesso e costure a extremidade oposta à barra da calça de maneira que se feche completamente, como um saquinho.

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3- Vire novamente do lado correto do jeans e, em um dos lados, faça um pontinho de costura prendendo o lenço ao jeans.

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4- Coloque seu lanchinho dentro do “saquinho jeans”, enrole a extremidade e utilize o lenço para dar a volta na marmitinha, finalizando com um laço.

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Dica: Se quiser inovar, não prenda o lenço ao jeans. Ao invés disso, com o furador de papel, faça um buraquinho no jeans. Dessa forma, você pode revezar com outros lenços, de outras estampas. Basta transpassá-los e fazer o laço.

Marmitinha tropical

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Materiais:
• 1 canga aposentada do guarda-roupa
• tesoura
• 1 chaveiro de sua preferência

Passo a passo:

1- Recorte a canga até que você fique com uma peça quadrada de, aproximadamente, 50cm x 50cm

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2- Coloque o seu potinho no centro da canga e dê um nó unindo as extremidades superior e inferior.

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3- Agora, una as extremidades laterais, também com um nó.

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4- Em um dos espaços, aproveite para encaixar o talher (ou os talheres).

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5- Prenda o chaveiro em uma das pontas que sobrou do tecido e dê um nó para melhor fixação.

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Fonte e Fotos: Up na Vidinha

Mulheres bem sucedidas antes dos 30!

Parece inacreditável que, em pleno século XXI, ainda haja um preconceito da sociedade com os profissionais mais jovens. Diariamente, dezenas de mulheres que iniciaram cedo suas carreiras têm sua capacidade questionada por pessoas que acreditam cegamente que o tempo de experiência é o requisito mais importante de um currículo. E o tabu se agrava ainda mais quando o profissional em questão é de uma área considerada mais tradicional, como a área da saúde ou jurídica.

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A médica endocrinologista e digital influencer Giulianna Pansera, por exemplo, coleciona histórias desse tipo. Certa vez, no final de um atendimento, um paciente lhe disse: “Desculpe, doutora, mas preciso perguntar: qual a sua idade? Você é tão novinha”. Giuli formou-se médica aos 24 anos, mas já aos 22 teve sua primeira experiência na área, atendendo no pronto-socorro com supervisão. Era recorrente o estranhamento tanto de pacientes quanto de outros profissionais no hospital: “Já houve paciente que, mesmo diante do diagnóstico dado por mim, disse que preferia ouvir a opinião de um outro médico mais experiente”, relembra.

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Diante dessa situação, o que fazer? Antes de mais nada, o profissional não pode menosprezar a si mesmo e deve mostrar, com atitudes, que seu merece o devido respeito.

A professora Renata Gimenez, por exemplo, formou-se aos 25 anos mas, desde os 22, atuava no mesmo colégio como estagiária. Ela conta que nunca houve reclamação dos pais dos alunos ou de colegas de profissão, mas que na reunião de pais era evidente o susto quando ela se identificava como professora. “Acho que por eu aparentar ainda mais jovem do que sou, eles ficavam receosos. Mas, depois de conversarmos, ficavam seguros.”

Já com a, também professora, Natália Paz, o desfecho foi totalmente inverso. Ela começou a lecionar com 23 anos para uma turma do ensino médio, cujos alunos tinham uma diferença de apenas 3 ou 4 anos para ela, e as brincadeirinhas de mau gosto dos alunos foram inevitáveis. “Não eram apenas as cantadas que incomodavam. Alguns deles duvidavam da minha sabedoria, mesmo.”

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E se dentro da sala de aula era uma maratona para ganhar respeito, na sala dos professores a batalha continuava: “Os outros professores achavam um absurdo que eu, com 23 anos, tivesse uma turma só minha. Tanto fizeram que conseguiram que eu ficasse apenas como professora eventual (substituta).” Conclusão? Natália parou de dar aulas e hoje se dedica à função de redatora e revisora.

Segundo a coach Jeanne Lima, o segredo para não se deixar intimidar é valorizar a si mesma: “O caminho para a quebra de paradigmas é iniciar a valorização de dentro para fora, é a mulher acreditar que tem as suas competências desenvolvidas. Depois que isso acontecer, os outros naturalmente irão reconhecer o seu valor, se ela tiver uma postura coerente com o que pensa e uma comunicação efetiva e construtiva, o sucesso é garantido.”

Fotos: Divulgação/ Acervo Pessoal/Google FreeShare

A marcha feminina pela diversidade e seus direitos

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A ideia começou nos Estados Unidos, mas terá reflexos no mundo inteiro amanhã (21/01). O movimento começou desde a vitória de Donald Trump nas eleições americanas. O presidente já tomou posse e todos se preocupam diante das promessas de campanha bem severas contra os estrangeiros, observações inadequadas sobre as mulheres, discursos raivosos, preconceito embutido nas palavras e posturas opostas aos movimentos democráticos e de defesa do meio ambiente e da paz mundial.

Através das redes sociais, principalmente de Nova York e de Washington DC, as mulheres vêm se organizando há semanas para essa grande marcha pela democracia e pelos direitos humanos. Londres, Lisboa e Paris prometem marchas solidárias.

 

Como podemos participar? Talvez organizando a nossa pequena marcha de apoio, acompanhando no facebook e no instagram as hashtags #whywemarch # WhyIMarch #NYCWomensMarch , divulgando nosso apoio a essa participação internacional da mulher que antes se calava e hoje conhece o seu poder através da união. A marcha de Nova York, termina não por acaso da Trump Tower, sede dos empreendimentos nada sustentáveis de Mr. Trump. Elas não vão marchar para afrontar o resultado das urnas, mas para que o novo governo saiba que as mulheres estão de olho! E mais unidas do que nunca.

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O site da marcha de Washington convida a todas as mulheres e povo em geral. A Casa Branca terá de ouvir palavras de ordem e canções que serão entoadas por milhares e ecoarão mundo afora. Afinal o mundo conhece o poder dos Estados Unidos nas decisões internacionais e o mundo todo faz questão de também estar de olho e ao lado dessas bravas mulheres!

Vamos nos unir a elas? Vamos repostar nas nossas redes e participar desse movimento tão genuíno por democracia e pelo não à intolerância.