Cristiana Arcangeli ensina como fazer as pessoas amarem sua marca

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Você já deve ter ouvido falar dela! Cristiana Arcangeli é empreendedora e atua no ramo de cosméticos desde 1986 – uma verdadeira fonte de sucesso e inspiração para quem busca ser bem-sucedida na área da beleza.

Considerada uma das mulheres que mais influencia e contribui para o mercado da beleza e bem-estar do Brasil, ela é a fundadora de marcas famosas como Phytoervas, Éh Cosméticos e Beauty In. Resumindo: Cristiana Arcangeli sabe o que faz!!

Num dos artigos escritos por Cristiana para o site da Endeavor – organização global sem fins lucrativos que tem a missão de multiplicar o poder de transformação do empreendedor brasileiro – a empresária explica que, além do crescimento e faturamento, há algo de emocional nos consumidores fiéis em grandes marcas mundiais.

Quer um exemplo? Todo ano a Interbrand publica um relatório que avalia as 100 marcas mais valiosas do mundo. No topo do ranking estão a Apple, Google e Coca-Cola, respectivamente. Dá uma olhada nas 16 marcas que lideram a pesquisa. Com certeza você conhece a maioria delas, senão todas.

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Mas o que será que faz essas marcas serem tão amadas, valorizadas e lembradas, mesmo depois de anos? Para Cristiana Arcangeli, além do ponto de vista de business – que enxerga crescimento e faturamento – há algo de emocional nelas que faz o consumidor esquecer o racional e partir para um consumo instintivo e emotivo.

A empresária explica em seu artigo que o consumidor percebe quando a marca está voltada para atender as suas necessidades ou permitir seu crescimento. “Enquanto a Coca-Cola apela para campanhas que valorizam a felicidade, mas oferece um produto pouco saudável, a Apple se apressa em prever necessidades e colocar seu consumidor sempre à frente na tecnologia e design – pensando em usabilidade que transforme as ferramentas em algo fácil de usar”, diz.

Assim como outras marcas, a Apple e o Google focam suas campanhas, não apenas em mostrar as vantagens do seu produto, mas também se esforçam em oferecer o melhor para o consumidor e é essa característica, segundo Cristiana Arcangeli, que faz toda a diferença.

E quando o assunto é o mercado de beleza, como a própria empresária faz para atingir o emocional do seu público? “Procuro sempre inovar e oferecer algo inédito para o consumidor, que agregue algo para sua saúde, beleza e qualidade de ver”. Segundo Cristiana, é confortante saber que uma empresa está o tempo todo pensando na sua saúde e aparência e que, para tudo o que oferece, selecionará os melhores ativos, as embalagens mais diferenciadas e tecnologia de ponta.

Agora é hora de pensar? Como é que você pode tocar o emocional dos seus clientes e faze-los amar o seu produto? O primeiro passo é fazer bem feito, com valores claros e corretos, tendo sempre o consumidor como foco. Esses são, inclusive, o único caminho para uma marca ser amada e valorizada na opinião de Cristiana Arcangeli.

Concorda com ela?

Beijos,
Selene Ferreira

Ewoé é destaque no programa Pequenas Empresas, Grandes Negócios

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Como é bom ver nosso esforço e trabalho reconhecidos e, principalmente, se tornando fonte de inspiração para outras mulheres, né?! Por isso, não pensei duas vezes antes de participar de uma matéria muito bacana realizada pelo programa Pequenas Empresas, Grandes Negócios – da Rede Globo.

Em entrevista, contei como surgiu a ideia de criar a Ewoé – primeira microfranquia da América Latina voltada para o tratamento dos cabelos à domicílio.

A matéria mostrou ainda um pouco do dia-a-dia da Maria Eduarda Paiva – microfranquiada da Ewoé que, com um investimento inicial de R$ 700, hoje já consegue faturar R$ 4.000 por mês com a sua cartela de clientes.

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E o segredo do seu sucesso não é à toa! A Ewoé une a praticidade do pequeno investimento, com produtos de altíssima qualidade (todos da rede Soho), serviço a domicílio e valores bem mais em conta se comparados ao de um salão físico. É ou não é opção perfeita para as empreendedoras que desejam se recolocar no mercado de trabalho?

Aperte o play e confira a matéria completa publicada no site do programa Pequenas Empresas, Grandes Negócios!

https://www.youtube.com/watch?v=KmbR9XFqii4

Bacana, né?! Uma satisfação poder contar um pouco mais sobre essa minha ideia de negócio que tem dado tão certo. No site da Ewoé você conhece um pouco mais à fundo cada um dos nossos produtos e serviços. Dá uma passadinha por lá!

Beijos,
Selene Ferreira

5 dicas para fazer sucesso vendendo pelo Instagram

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As páginas comerciais estão cada vez mais frequentes no Instagram. Na rede social – que hoje conta com 45 milhões de usuários ativos – dá pra comprar de tudo… mesmo!

Por isso, se você faz parte do grupo de empreendedoras que planeja expandir as vendas para o serviço online, atenção: a única exigência feita pelo Instagram é que a sua marca tenha um fanpage no Facebook, onde é feita a certificação das informações da sua empresa e são programados os posts patrocinados das duas redes. Simples assim!

Criando seu perfil profissional
Antes de começar com as dicas, uma boa notícia: para criar seu perfil profissional não são cobradas taxas extras. Bom, né? E, na lista de vantagens, é que ele te permite ter acesso a métricas que mostram o desempenho de cada post, além de indicar os melhores dias e horários para falar com o seu público (de acordo com uma divisão por gênero, faixa etária e localização), além de te permitir criar campanhas de divulgação e patrocinar posts.

O investimento de é, no mínimo, 1 dólar dia e é calculado de acordo com o número de vezes em que será reproduzido e para que público. Vale lembrar que todo o negócio é de sua responsabilidade. É você quem vai indicar um telefone ou –mail para contato e ficar responsável por cuidar das respostas às dúvidas dos clientes e entregas do produto (geralmente feita pelo correio, após confirmação da transferência bancária).

Fazendo seu negócio no Instagram crescer
Alguns truques são fundamentais para quem quer dar um up nas vendas pelo Instagram. Veja só o que fazer para ser uma empreendedora online de sucesso:

– Faça boas fotos! Você já deve ter ouvido que uma imagem vale mais que mil palavras. Por isso, se a ideia é vender seus produtos no Instagram (seja qual for o público e segmento) é fundamental trabalhar para que o enquadramento e iluminação das suas fotos esteja sempre impecável.

– Use hashtags! As palavras antes do símbolo # separam as suas fotos em grupos de temas semelhantes. O que isso significa? Que se alguém estiver procurando uma empresa que faça artesanato com vime, por exemplo, pode ver todas as fotos que forem identificadas assim, sem ter que entrar em cada perfil. Uma vez que a sua foto também for marcada com a tag #artesanatocomvime fica mais fácil do produto ser localizado e do cliente entrar em contato com você.

– Atenção com os clientes! Uma vez que você criar uma página comercial no Instagram e seu perfil começar a bombar, é preciso ter em mente que o número de mensagens vai crescer a cada dia. As clientes vão te perguntar sobre valores, tamanhos (no caso de roupas de sapatos), métodos os entrega, prazo de entrega e validade… É importante responder todas essas mensagens (todas mesmo!) pra mostrar um carinho e atenção com o público. Mensagens não respondidas podem passar a sensação de descaso, dando a marca uma má reputação. Portanto, preencha a biografia com seu nome, missão da loja e meios de contato. Especifique também em que momentos estará disponível para responder mensagens via WhatsApp ou celular, de preferência sempre no horário comercial. A venda pode até ser online via rede social, mas essas informações mostram que seu serviço é sério e de confiança.

Dicas anotadas?

Beijos,
Selene Ferreira

Outros 3 perfis do Eneagrama pra você se identificar! Qual é o seu?

por Cynthia Benini

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Olá, empreendedoras!!
Como tem sido seu processo de estudo e identificação sobre os perfis de personalidade?

Neste episódio falamos sobre Eneagrama. É a parte final do nosso conteúdo sobre o assunto e vamos conhecer os três últimos perfis desta metodologia milenar que te ajuda a descobrir o seu perfil de personalidade assim como de outras pessoas também.

No primeiro episódio sobre o assunto falamos sobre os eus de personalidade no centro físico (O Perfeccionista, O Confrontador e O Preservacionista), depois falamos sobre os eus de personalidade no centro emocional (O Prestativo, O Romântico e O Bem sucedido) e hoje, abordaremos em entrevista com Khristian Paterhan, sobre os últimos eus de personalidade no centro intelectual (O Observador, O Sonhador, O Questionador).

Aperte o play e confira!

Me conte seu perfil de personalidade, ok?

Te espero em breve!! Até lá!!

Sônia Hess de Souza, presidente da Dudalina, conta como se consolidou num dos mercados mais competitivos do mundo

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“Filha, eu só vou voltar para casa quando vender a última camisa”. Veio da mãe, a frase que motiva Sônia Regina Hess de Souza, presidente da Dudalina – uma das marcas de camisarias mais famosas da América Latina – até hoje.

A frase foi um divisor de água para a empresária que, ainda menina, acompanhava a mãe em suas viagens atrás de compradores. Ali, ela entender que não deveria nunca desistir antes de alcançar suas metas”. E não é que deu certo?

Tudo começou quando, em 1957 Adelina Clara Hess de Souza (mãe de Sônia) e seu marido, o Duda, fizeram uma compra exagerada de tecidos para a loja que possuíam em Luiz Alves, cidadezinha em Santa Catarina. Surgiu, ali, uma vontade ainda maior de empreender da comerciante, que passou a produzir camisas com a ajuda das irmãs.

As vendas eram feitas em um caminhão pela região do Vale e Norte catarinense, dando origem à maior fábrica de camisas da América do Sul. Em 2003, Sônia assumiu a presidência da Dudalina após o falecimento de sua mãe. Desde então, afirma que ela é a sua grande inspiração e que não sai de casa se não for para ouvir um “sim”.

A maior herança da mãe, entretanto, veio da personalidade. Assim como Adelina, Sônia Hess de Souza é uma líder nata – qualidade que só se aprimorou quando a empresária tomou as rédeas da empresa.

A história de Sônia Hess na Dudalina
Dois anos e meio depois de assumir a presidência da Dudalina, Sônia Hess de Souza já havia elevado o faturamento em 50%. Como ela conseguiu? Superando a exaustão e trabalhando dia e noite a fim de transformar a fábrica região e familiar em uma referência para toda a América Latina.

Como resultado a marca é hoje uma empresa de altíssima rentabilidade num dos segmentos mais competitivos do mundo. Poderosa, não? “Eu não cheguei de fora para ocupar a presidência, já estava há 19 anos na empresa”, afirma a empresária à Revista Empreendedor. Ela conta ainda com o apoio direto de dois irmãos na direção da empresa – Renê Murilo, na diretoria de operações, e Rui Leopoldo, diretor de exportação. Deu pra notar como um histórico de longa data dentro da empresa fez toda a diferença!

Detalhes que fazem a diferença
Em 1974, Sônia Hess de Souza decidiu dar um passo a mais na carreira e foi para Barcelona, na Espanha, fazer uma especialização em confecção na Unyl, indústria do setor têxtil. Ao voltar para o Brasil, decidiu se mudar para São Paulo a fim de representar a Dudalina na capital paulista. “Minha mãe sempre falou que eu estava fazendo um estágio fora”, lembra Sônia.

E não é que ela tinha razão? As lições aprendidas em anos dentro da empresa, em conjunto com os cursos de especialização escolhidos pela própria Sônia, resultaram na mulher que ela é hoje. “Essa ideia [de assumir a presidência] não estava organizada na minha cabeça, mas foi muito bom”.

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Rotina de trabalho
Depois de se estabelecer em São Paulo, Sônia Hess de Souza não pensou mais em ir embora. Ao lado do marido, João Cruz Miranda de Souza e das filhas do parceiro, a empresária se vê numa rotina corrida, uma vez que viaja toda semana para a sede da empresa, em Blumenau, onde fica por três dias. Já, no resto da semana, ela prefere trabalhar no escritório instalado em São Paulo, começando o dia já às 7h e só dando o expediente por encerrado por volta das 20h.

O motivo para 13h diárias de trabalho? Sônia sabe vender como ninguém e nunca aceita um “não” como resposta. “Sem dúvida, a experiência como vendedora contribui muito para minha função. Vender é uma das coisas que mais gosto de fazer e, como diz Luíza Trajano (fundadora do Magazine Luíza), estamos sempre comprando ou vendendo alguma coisa”.

E se você também sonha em dominar a arte das vendas, vem de Sônia uma das dicas mais importantes par quem trabalha nesse meio: é fundamental gostar de pessoas! Sônia Hess de Souza lembra ainda é sua mãe, Adelina, será sempre o seu principal exemplo de empresária bem-sucedida. . “Ela é minha inspiração, uma pessoa forte que nunca deixou de olhar as pessoas envolvidas no negócio”, diz. Para Sônia e toda a direção da Dudalina, o modelo de gestão de pessoas é estratégico no sentido de transformá-la numa empresa diferenciada.

É dessa relação interpessoal tão bacana entre empresa e clientes que surgiu o slogan do qual Sônia tanto se orgulha: “Amor à camisa, amor às pessoas”. E em tempos de crise, a empresária garante seguir sempre em frente. “Não podemos nos deixar contaminar, minha mãe nunca falou em crise”. A experiência ensinou que não adianta reclamar. Afinal, como dizia sua mãe, é preciso trabalhar até que não haja mais nenhuma camisa na prateleira.

Viu só como trabalhar com vontade e amor, faz toda a diferença na busca pelo sucesso?

Beijos,
Selene Ferreira

*Fonte: Revista Empreendedor

4 dicas vão te ajudar a fechar um bom negócio

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Toda mulher empreendedora sabe como é importante ser capaz de fechar um bom negócio. Só que adquirir essa habilidade de negociação nem sempre é tão simples. Pra muita gente, negociar e avançar no mercado de trabalho pode ter um verdadeiro desafio.

E você já percebeu como quase tudo na vida exige uma negociação? Negociamos com chefes, funcionários, clientes, marido, filhos, babás, professores, bancos, vendedores… por isso é tão importante ficar atenta para não cair em nenhuma cilada!

O primeiro passo, eu revelo já: tente descobrir primeiro o que quer conquistar e porquê. Só assim você vai se sentir segura e terá argumentos concretos para persuasão.

E se pra você, mulher empreendedora, fechar um negócio ainda é tão difícil, separei quatro dicas fáceis e muito úteis para trocar a insegurança por agilidade e obter o que se chama de “ganha-ganha”, onde os dois lados saem satisfeitos e vitoriosos. Que tal? Anote já!

1. Seja uma mulher influente
Você já tem um objetivo e agora precisa que o outro concorde com você? Tente mostrar como ele também vai colher benefícios se fizer parte do seu time. Para isso, use elementos que façam sentido aos dois lados. Quer um exemplo: não dá pra elogiar a roupa que a sua cliente está provando se o botão mal está fechando. Nesse caso, você perderá a credibilidade e a sua cliente sairá da loja frustrada.

2. Conheça o perfil do outro
Antes de começar qualquer discurso de negociação, tente se colocar no lugar dela, olhando também do mundo de vista daquele com quem você está tentando fechar bons negócios. É preciso entender que, no mundo do empreendedorismo, é fundamental saber ser flexível e ceder em algumas questões, sem nunca agir com falsidade. Só assim vocês criarão uma conexão leal e sincera.

3. Vá preparada
Não tem jeito, na hora de fechar um bom negócio você precisa estar por dentro do produto que deseja adquirir. Assim, você passa credibilidade pelo conhecimento e pela apresentação pessoal. Não dá pra confiar cada passo do futuro da sua empresa no famoso “jeitinho brasileiro”, né? Estudar é preciso. Mãos à obra, menina!

4. Seja coerente com o que sente
Muitas vezes é a sua paixão por algo que faz com que você chegue mais rápido ao topo. Portanto, não tenha medo de colocar seu coração naquilo que diz. É verdade que a persuasão é importante no momento da negociação, mas ela de nada vai adiantar se você não mostrar que acredita naquilo que propões. Use a verdade a seu favor. Sem ela, as chances da sua linguagem corporal sabotar a negociação produzindo um contraste naquilo que se diz com o que se sente, é enorme. Aí, adeus acordo.

Gostou das dicas? Que tal coloca-las em prática ainda hoje?

Beijos,
Selene Ferreira

Eneagrama: conheça três outras personalidades e identifique-se!

por Cynthia Benini

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Tudo bem empreendedoras?

Vamos conhecer mais sobre os nove perfis do Eneagrama? Saber qual é o seu perfil e quais são os perfis dos seus amigos e colegas de trabalho é fundamental para uma comunicação clara e sem conflitos!

Vamos a segunda parte desse conteúdo. No último post, falamos sobre os três primeiros perfis do Eneagrama, no centro físico: o Perfeccionista, o Confrontador e o Preservacionista.

Hoje vamos continuar a nossa conversa sobre Eneagrama, no centro emocional e saber sobre os seguintes perfis: o Prestativo, o Romântico e o Bem sucedido.

Aperte o play e compreenda melhor sobre o assunto de hoje que te ajudará a melhorar sua comunicação.

Se identificou? No próximo post tem mais três personalidades para conhecermos melhor. Fique ligada!

Até mais!

Cynthia Benini

Selene Ferreira entrevista as presidentes nacional e estadual do Conselho da Mulher Empresária

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Sabia que em 20 anos subiu de 4% para 12% a presença de mulheres à frente de diretorias nas empresas? Foi discutindo esses dados que comecei um bate-papo com as presidentes nacional e estadual do Conselho da Mulher Empresária – vinculado à Federação das Associações Comerciais de Santa Catarina (Facisc) – Neiva Kieling e Janelise Royer dos Santos.

Apesar do aumento, não tem como negar que esse número ainda é baixíssimo! “E é essa a nossa maior função: construir uma nova forma de pensar. Mostrar que mulheres empresárias querem crescer no mercado de trabalho e não precisam ter medo de assumir cargos de poder”, explica Janelise.

Depois de muitas reuniões, o Conselho da Mulher Empresária percebeu que o mais importante era preparar mulheres líderes que participam do movimento para assumir papéis de chefia e, assim, abrir leques de relacionamento e, de quebra, tornar a empresa um negócio mais rentável. “Nosso principal objetivo é trazer reconhecimento para que a mulher ocupe os espaços disponíveis em cargos de liderança e que ela encare esse poder que já possui, mesmo sem muitas vezes perceber”, diz a presidente nacional Neiva Kieling.

E como colocar na prática todas essas ideias? De acordo com Janelise Royer, através de palestras e workshops que ensinem como tirar do papel projetos incríveis que ainda são mal trabalhados. “Hoje contamos com 58 núcleos multi-setoriais de mulheres no estado, agindo dentro de associações empresariais. Isso significa mais de mil empresárias envolvidas, a maioria delas sem saber como colocar seus projetos em prática”, diz.

Neiva Kieling explica ainda que o Conselho tem a importante missão de nortear os conselhos estaduais para fazer com que essas mulheres empresárias se sintam capacitadas para gerir empresas. “Aumentar o ciclo de relacionamento empresarial e deixar a mulher empresária preparada para atuar na área da política não se faz de uma hora pra outra”.

Por dentro da rotina do Conselho da Mulher Empresária
Não dá pra negar que a agenda de compromissos dentro da Facisc é bem corrida. Em cada cidade, a associação tem grupos que realizam encontros semanais ou quinzenais, de acordo com as suas necessidades. Durante uma hora por semana os núcleos desenvolvem ações locais de acordo com as necessidades de cada cidade. Essas ações são normalmente voltadas para a melhoria do ambiente empresarial, além de uma ação social.

Já, a nível estadual são realizadas quatro reuniões por ano. De abril a julho ocorrem ainda assembleias gerais ordinárias regionalizadas. “Em cada um desses encontros unimos três núcleos regionais, assim todas podem participar”, explica Neiva.

A agenda nacional conta com quatro reuniões com presidentes de núcleos de vários estados a fim de debaterem os projetos já realizados e planejarem novas ações.

As principais conquistas do Conselho da Mulher Empresária
A Facisc conta hoje com 34 mil empresas associadas, dentre elas, muitas lideradas por mulheres que ainda não estão envolvidas numa ação mais específica do conselho. Janelise lembra que o trabalho do conselho é voltado, principalmente, para as micros e pequenas empresas lideradas por uma figura feminina. “Ao passar pelo núcleo das mulheres, essa empresária vai se sentir agregada e entender que não só pode, como deve crescer no âmbito profissional. Ela vai se empoderar e passar a fazer parte de uma diretoria de associação”.

Dentro dos últimos anos, o Conselho conseguiu reconstruir a imagem das associadas quanto mulheres empresárias dentro de uma organização. “Ver o reconhecimento desse trabalho voluntário é a nossa maior realização. A nível estadual, com esse reconhecimento e os resultados em loco, conseguimos projetos que chamamos de ‘empreender’ – recursos voltados à desenvolver novos trabalho”, diz Neiva.

Como resultado, esses projetos melhoram a autoestima da mulher empreendedora. Mostram que ela capaz, que tem condições de liderar, principalmente quando deixa de depender financeiramente do parceiro.

Mas, atenção: essa nova autonomia exige preparo. É preciso aprender como lidar com essa nova realidade uma vez que, para muitas mulheres, o parceiro consuma ser o “provedor”. “Agora ela é uma mulher independente que tem tudo para crescer profissionalmente, mas não pode descuidar da família. Quem não tem estrutura pode pôr tudo a perder. Você não precisa abrir mão de uma coisa para ter a outra. Dá, sim para viver em equilíbrio”, lembra a presidente nacional.

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O que vem por aí
Para Neiva Kieling, a nível nacional, seu grande desafio é ter diretrizes básicas para dar à mulher empresária suporte para se desenvolver pessoal e profissionalmente.

“Outro problema que precisa ser solucionado o quanto antes é que os estados não ‘se falam’, não trocam informações. Precisamos que essa ponte seja construída e que os Conselhos se ajudem mutualmente. A boa notícia é que estamos nesse caminho”, lembra.

Quer mais? A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) encaminhou o projeto “Empoderamento da Mulher” – desenvolvido pelo Conselho Nacional da Mulher – para uma competição realizada em Sidney, na Austrália. Hoje, a Confederação é um os cinco finalistas entre os melhores do mundo, o que valida mundialmente que esse projeto onde mulheres doam um pouco do seu tempo e expertise para quem está ingressando no universo do empreendedorismo realmente funciona. Bacana, né?

Com tantas boas notícias e desafios pela frente não pude deixar de perguntar à essas duas mulheres poderosas como elas enxergam o “associativismo” – termo que o dicionário descreve como: “movimento dos trabalhadores de se congregarem em associações representativas (órgãos de classe, sindicatos etc.), para a defesa de seus interesses”. Dá uma olhada nessas respostas inspiradoras:

“Duas palavras definem o trabalho que fazemos com essas mulheres: ‘transformar realidades’. É a sociedade civil colaborando por um trabalho de algo melhor para esse país” (Neiva Kieling).

“Associativismo é a união de ideais. São pessoas que compartilham das mesmas ideias, propósitos e projetos e se unem para promover o desenvolvimento, não só da classe empresarial, mas também da comunidade em que estão inseridas” (Janelise Royer).

E aí, gostaram? Bate-papo inspirador, né?

Beijos,
Selene Ferreira

A história de Chieko Aoki, presidente de uma das maiores redes hoteleiras do país

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Chieko Aoki é mais um nome na lista de mulheres de negócios mais poderosas do Brasil, de acordo com a Forbes – em 2013, ela ocupou o segundo lugar. Nunca ouviu falar dela? A empresária é fundadora e presidente de uma das maiores redes hoteleiras do país, a Blue Tree Hotels.

Antes de liderar a própria empresa, Chieko Aoki trabalhou em outros negócios no Brasil, na Europa, na Ásia e nos Estados Unidos. A empreendedora está no segmento hoteleiro desde a década de 1980, quando tinha o emprego de diretora de marketing e vendas em uma rede de hotéis de luxo. Dentro da empresa, Aoki aprendeu muito e construiu sua carreira com crescimentos expressivos: em alguns anos, ela já tinha chegado à presidência da rede.

Em 1997, Chieko resolveu utilizar todo o conhecimento que acumulara com a formação em Direito na USP, e com cursos em Administração na Universidade de Sofia, em Tóquio, e de Administração Hoteleira, na Cornell University, nos Estados Unidos, até os anos de carreira dedicados à hotelaria, para empreender e abrir seu próprio negócio. Assim, foi fundada a rede Blue Tree Hotels, que segue o conceito de hotéis de luxo e resorts e atualmente conta com mais de 20 unidades espalhadas por vários estados brasileiros. “Em 1997, com o processo de estabilidade econômica do Brasil, observei que havia espaço para uma rede hoteleira que oferecesse serviços com a qualidade dos hotéis cinco estrelas e valores acessíveis e senti que era a ótima oportunidade. Assim nasceu a Blue Tree Hotels, com o objetivo de proporcionar experiências encantadoras, com personalização e carinho, atentos aos detalhes, com prazer em servir”, disse ao site Room5.

Empreendendo no Brasil
Chieko Aoki explica que sua trajetória como empreendedora aconteceu de maneira natural, a partir de oportunidades que apareceram no seu caminho. Entretanto, ela confessa que ganhou uma pequena ajuda: seu ingresso na hotelaria foi por meio de seu marido que já tinha negócios na área e foi uma influência importante para que ela aprendesse e se interessasse por esse setor.

Mas, deixando de lado sua experiência particular, Chieko Aoki acredita que há muitas oportunidades para empreender no país, independentemente da sua área de atuação. “A meu ver, a despeito de todo o cenário desafiador pelo qual passamos hoje, prevalece o espaço para as iniciativas que apresentem originalidade, criatividade e dedicação ao negócio”, disse.

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A mulher no topo
Quando questionada sobre questões de gênero e os caminhos para as mulheres chegarem ao topo da hierarquia hoteleira no Brasil, Chieko Aoki explica que não se trata somente de uma questão particular desse setor, mas de todo mercado corporativo. Ao Room5, a empresária confessa que acredita que já evoluímos muito. “Quando penso no início da minha carreira, em que eu era a única mulher em uma sala de reunião cercada por homens, e a comparo com nossa realidade atual, enxergo o quanto de espaço conquistamos. Vejo uma evolução no mercado e me deparo cada vez com mais mulheres fortes, empreendedoras, gestoras excepcionais que ocupam altos cargos de liderança e que ganham protagonismo a cada dia, de forma natural.

Chieko Aoki é inspiração para empresários no mundo todo, especialmente com suas lições de liderança. Ela é atuante no mundo do empreendedorismo: faz parte do LIDE (Grupo de Líderes Empresariais) e do LIDE Mulher, além de ser parte integrante do Conselho de Empresários da América Latina (CEAL) e da Academia Brasileira de Marketing.

Mais uma mulher poderosa na lista de líderes a quais devemos nos inspirar sempre!

Beijos,
Selene Ferreira

Ewoé é destaque na Revista Cabelos&Cia!

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Na última semana tive a oportunidade de participar de uma matéria muito bacana da Revista Cabelo&Cia contando um pouquinho mais sobre meu trabalho com a marca Ewoé.

Num bate-papo gostoso e descontraído, contei como a ideia de montar a primeira microfranquia da America Latina voltada para o tratamento dos cabelos – tudo feito em casa – surgiu de uma necessidade. Afinal, com uma rotina cada vez mais corrida como a nossa, marcar um horário no salão para fazer uma hidratação ou relaxamento nos fios fica cada vez mais difícil.

E foi unindo essa ideia a minha vontade de ajudar mulheres a se tornarem empreendedoras de sucesso e se destacarem no mercado de trabalho, que surgiu a Ewoé: negócio exclusivamente dedicado a oferecer acesso a tratamentos capilares em casa mesmo, seguindo o conhecido estilo “porta-a-porta”. Com técnicas que vão desde tratamento, até nutrição, restauração pós-química e redução de volume, o sistema acaba economizando tempo e, de quebra, apresenta preços bem mais acessíveis.

Revista Cabelo&Cia contou ainda detalhes do curso de capacitação que oferecemos às consultoras da Ewoé – sempre realizado pela rede SOHO Academy. Dá pra imaginar a qualidade dos produtos da marca SOHO Guenki, né? Um melhor que o outro! O treinamento conta ainda com aulas de diagnóstico dos fios e aplicação dos produtos, além de mostrar como identificar as reais necessidades de cada cliente. Um serviço super especializado e muito competente.

Selene Ferreira ao lado da apresentadora Cynthia Benini, embaixadora da Ewoé

Faça parte deste time
Sabia que hoje, após quatro meses no mercado, a Ewoé já conta com 50 consultoras para atender cerca de 60 clientes por mês? E esse time só tende a crescer, afinal, não tem nada melhor do que criar uma renda extra com um assunto que a mulherada entende tão bem: beleza!!

Se você também quer fazer parte desse time, atenção aos números: o investimento mínimo é de R$ 320, incluindo a linha de redução de volume, mala exclusiva, camiseta personalizada e treinamento SOHO. O resultado? Um faturamento inicial de até R$ 3 mil. Oba!

Mais detalhes você encontra na matéria completa da Revista Cabelo&Cia clicando aqui e, no site da Ewoé conhece um pouco mais à fundo cada um dos nossos produtos e serviços.

Beijos e até a próxima,
Selene Ferreira