Perfeccionismo: uma exigência impossível de cumprir…

“Ainda não! Estou me preparando! Preciso aprender mais! Não está do jeito que eu quero…”

Essas são algumas das frases que jogamos para justificar nossa hesitação, dar explicações sobre os motivos de ainda não termos feito ou concluído algo que começamos. A intenção é sempre a mesma: causar uma boa impressão, fazer tudo “certinho”, “pra ninguém reclamar”, evitar críticas…

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O perfeccionismo é um tipo de ansiedade, uma insegurança, um medo de que ao não ser percebido como absolutamente perfeito, seu valor próprio poderá ser ameaçado. Nem todo mundo “que se acha” perfeccionista realmente é! O perfeccionismo é uma patologia psicológica, a pessoa que simplesmente é cuidadosa, atenciosa e detalhista, mas não sente ansiedade para com a percepção alheia em cima de sua performance e resultados, NÃO É perfeccionista!

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Uma das maiores armadilhas do perfeccionismo é que muitas pessoas veem esse traço como qualidade, dificultando ainda mais a percepção do perigo que esse mecanismo implica. Algumas pessoas se sentem orgulhosas ao afirmarem que são perfeccionistas, como se quisessem dizer “vejam como eu sou uma pessoa cuidadosa, caprichosa, detalhista e que só faz as coisas perfeitas!” Mas como disse, nem toda pessoa com esse perfil é realmente perfeccionista, mas por outro lado, o perfeccionismo em si não é uma qualidade.

 

Não é preciso muito esforço para perceber as origens deste comportamento: insegurança e orgulho.

A pessoa perfeccionista tem medo de opiniões negativas, por isso entra em pânico com a mera possibilidade de que seu desempenho possa eventualmente não ser impecável. Nesse processo, ela adia por muito mais tempo do que o necessário a execução ou exposição do que está preparando, numa tentativa de se preparar mais ou de aperfeiçoar o resultado e evitar qualquer tipo de crítica.

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Essa insegurança nasce do orgulho, que também alimenta a noção de que os outros precisam percebê-lo como criatura magna, muito superior a qualquer possibilidade de imperfeição.

Pessoas assim têm muita dificuldade de receber feedback. Qualquer devolutiva sobre seu desempenho ou resultados é vista como sinal de que a perfeição não foi alcançada e como essas pessoas associam perfeição com valor próprio, a crítica bate em sua autoestima, dilacerando o senso de amor próprio. “Se os outros evidenciam minha imperfeição, então isso significa que eu não tenho valor algum.”

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Esse comportamento leva a birras, mau humor, depressão, conflitos e mágoas. O perfeccionista não aceita crítica de ninguém, mas nem sempre ele confronta o outro, muitas vezes guardando mágoa e se voltando contra si mesmo, prejudicando a autoestima.

Com o tempo, a pessoa perfeccionista vai produzindo cada vez menos na vida para não arriscar se expor e acabar recebendo críticas. Muitos perfeccionistas são tímidos, já que a exposição social leva naturalmente a um maior risco de críticas e “vexames”.

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O nível de perfeccionismo é medido pelo grau de ansiedade e preocupação com a finalização e “entrega” dos resultados. Isso pode ocorrer no trabalho, gerando estresse e postergação e pode ocorrer na vida pessoal também, como no início de um relacionamento quando pode haver uma expectativa de que o outro nos veja como homens ou mulheres sem qualquer defeito. Em ambos os casos, há uma crença incorreta de que os outros “devem” estar esperando por perfeição da nossa parte e que estaríamos em séria falta ao não entregar um desempenho à altura – ou que seríamos rejeitados se formos percebidos como “imperfeitos”.

No final das contas, o tiro sempre acaba saindo pela culatra. A moça que acha que o rapaz que ela está conhecendo não vai gostar dela se ela não for perfeita acaba ficando super nervosa em seus encontros e com isso acaba passando uma ideia de que não consegue ficar a vontade, que é uma garota chata e sem graça e até mesmo, que não gosta do rapaz, já que apreensão e nervosismo se traduzem na linguagem corporal em rigidez e timidez. Ou seja, ela está fazendo um esforço tão grande para agradar, está tão preocupada em não falar nada errado, não dar um passo em falso, que acaba provocando o efeito completamente contrário! O que os outros percebem em nós nem sempre é aquilo que estamos querendo mostrar!

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Como lidar com isso?

Todo mundo tem orgulho e todo mundo tem níveis de insegurança, não dá pra mexer nesses pontos. Corrigir um comportamento perfeccionista não significa tornar-se uma pessoa altamente autoconfiante e desprovida de orgulho – tal ser humano simplesmente não existe!

Em primeiro lugar, a pessoa que tem esse perfil precisa desassociar a ideia ilusória de perfeição do valor próprio. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, uma pessoa com “muito valor”, o que quer que isso signifique para cada um, não é necessariamente uma pessoa perfeita.

O problema todo está na crença que a pessoa mantém de que as críticas ou evidências de um desempenho imperfeito estão associadas a falta de valor como pessoa. Com muita frequência há uma generalização das críticas recebidas, o que aumenta o foco desproporcionalmente: “eu sou um idiota mesmo!” ou “eu nunca faço nada direito!”.

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Um pouquinho de bom senso e observação do mundo à nossa volta pode fazer milagres para destruir essa noção. Por quê?

Muita gente pra lá de imperfeita se dá muito bem na vida, em todas as áreas. Críticas? Essas todo mundo recebe, os vencedores e os perdedores. A totalidade das pessoas públicas, por exemplo, de celebridades a políticos, possuem seus fãs, mas também possuem inúmeros detratores. Seres humanos são criaturas implicantes que adoram cuidar da vida alheia! Não importa o que você faça, nem mesmo se conseguir atingir um grau de qualidade hipoteticamente perfeito. Sempre vai ter alguém que vai criticar, que vai dizer que você poderia ter feito diferente, que não está bom, e assim por diante.

As listas de livros mais bem vendidos do mundo estão sempre cheias de livros de baixíssima qualidade, alguns muito ruins mesmo. Mas como diabos esses livros chegaram na lista de best-sellers? Porque o público-alvo desses livros não estava exatamente procurando por perfeição. Havia uma demanda, o autor preencheu, houve mídia suficiente para divulgar o livro e público suficiente para consumir aquele tipo de informação. Mesmo livros que hoje consideramos clássicos, se fossem analisados de um ponto de vista objetivo, com um padrão preto e branco de perfeição, diríamos que todos esses livros são imperfeitos. Em sites que contam com larga participação do público para postar resenhas e opiniões de livros como a Amazon.com, é possível ver inúmeros best-sellers com suas milhares de opiniões estelares, mas também críticas de quem considera tais obras “um lixo”.

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O mesmo raciocínio pode ser aplicado a tudo o mais, música, pintura, os mais diversos tipos de produtos manufaturados, moda e por aí vai. Nós, como pessoas, também não escapamos da diversidade de opiniões sobre a nossa pessoa e sobre tudo o que fazemos – alguns nos adoram, outros nos odeiam.

A vontade de ser perfeito é na verdade um medo, uma insegurança de ouvir a opinião do outro, quando a mesma não é favorável a você.

Ser cuidadosa, detalhista e procurar fazer as coisas bem feitas, com zelo é uma coisa. Se autossabotar e postergar indefinidamente a conclusão de algo ou a expressão de uma atitude, de uma performance, pois se está aperfeiçoando, lapidando o diamante, antes de ir a público com o resultado, aí sim, é pura insegurança, medo da opinião alheia. E tudo isso nasce da percepção de que seu valor como pessoa está associado a uma suposta perfeição.

Destrua essa crença e você terá superado o perfeccionismo.

Exercícios mentais para ser mais positiva em apenas cinco minutos!

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É tanta coisa pra gente pensar todos os dias, né?! Contas da casa, dólar lá em cima, reuniões do trabalho, matricula da escola das crianças… Mas, não adianta: reclamar não vai fazer seus problemas se resolverem sozinhos!

Antes de sair de lamentando e correr o risco de se tornar uma pessoa desagradável de se ter do lado, é preciso manter e calma e ter em mente de que é possível, sim se tornar uma pessoa positiva, mesmo durante momentos de crise.

De acordo com Vera Martins, especialista em medicina comportamental e autora do livro “Tenha Calma!” (Editora Campus), quando permitimos que um pensamento negativo assuma o comendo, muitos outros se encadearão provocando um estresse excessivo.

Em seu livro, ela explica sobre a importância de desenvolver uma boa gestão emocional e diz ainda que o melhor é acalmar nosso sistema límbico (responsável no cérebro pelas emoções) para que o córtex pré-frontal (responsável pela razão) possa tomar decisões sempre assertivas.

A especialista ensina ainda técnicas para quem precisa se sentir uma pessoa positiva em poucos minutos. Interessada? Dá uma olhada abaixo.

Exercício de visualização para aliviar irritações:

1. Lembre-se de uma irritação moderada que você tenha tido.
2. Feche os olhos e certifique-se de que você tem um quadro claro da cena. Use todos os sentidos.
3. Sustente a imagem e sinta quaisquer mudanças que apareçam no corpo (tensão, ritmo cardíaco etc.).
4. Agora faça uma respiração profunda e relaxe os músculos. Inspire e expire vagarosamente.
5. Mantenha a irritação na mente, faça um quadro da raiva e sinta-a.
6. Repita o item 4 e relaxe.
7. Repita os itens 4 e 5 até a irritação tornar-se menos importante para você e de modo que administre seus sentimentos mais facilmente com o relaxamento.

Vera explica que, ao dissolver as irritações, você passa a visualizar momentos positivos e tenta dirigi-los ao corpo. Tenha consciência de que sua mente não sabe diferenciar o estado imaginativo do real, por isso, se você imaginar emoções positivas, poderá experimentar sensações reais de bem-estar.

Exercício para desenvolver um estado mental e emocional positivo:

1. Dê cinco razões que provem que você é uma pessoa que deve ser incluída nos relacionamentos com pessoas bem-sucedidas.
2. Faça a maior lista possível de suas competências, das coisas que você conhece e saber fazer.
3. Faça a maior lista possível de razões que mostrem que você é uma pessoa confiável e inspiradora.
4. Leia as listas de suas forças e virtudes até senti-las críveis e incorporá-las em seu comportamento.
5. Faça uma lista das coisas que você precisa melhorar. Encare suas fraquezas e decida o que fazer.
6. Faça um plano de ação para melhorar as fraquezas que você considera importante mudar para conquistar seus sonhos.
7. Aja.

Através dessa técnica, você promove a ativação do pré-frontal esquerdo, fortalecendo seu mapa neural com sinapses regadas por hormônios do otimismo, prazer e recompensa. Resultado? Você se torna uma pessoa mais positiva em poucos minutos. Simples assim!

Gostou? Que tal colocar esses exercícios em prática e se tornar uma pessoa mais positiva hoje mesmo?

Beijos,
Selene Ferreira

7 atitudes práticas para blindar seu casamento da crise!

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É preciso concordar: viver a dois não é tarefa fácil! Para que o convívio seja gostoso, é preciso abrir mão de algumas maneiras, relevar os defeitos do outro, respirar fundo e contar até 10 diante de tudo o que incomoda – inclusive da toalha molhada em cima da cama e da pasta de dentes aberta.

Dando uma olhada no livro do psicoterapeuta de São Paulo, Luiz Cuschnir, “Ainda Vale a Pena – Cultivar para manter os vínculos de amor” (Editora Academia), separei sete dicas práticas (e infalíveis!) para você blindar sua relação e manter seu namoro ou casamento bem longe de crises. Aprenda já!

1. Banheiros separados
Não dá pra negar que dormir junto é uma delícia, mas tem coisa melhor do que ter um banheiro para cada um? Com um banheiro só seu você tem espaço para guardar seus cremes, esmaltes, maquiagens, enquanto os homens, mais práticos, podem ficar com o lavado ou banheiro do quarto de hóspede. Esse espaço é fundamental pra você relaxar sem se preocupar se tem alguém na fila esperando para usá-lo. O especialista recomenda que, quem mora em um apartamento pequeno, faça um cronograma de uso alternado, dando a chance do banheiro se tornar um ambiente neutro.

2. Criem uma palavra-chave
Escolher uma “palavra de segurança” é uma boa maneira de “pausar” uma briga quando precisarem conversar sobre outro assunto, tomarem uma decisão ou simplesmente terem um momento de paz. Ela é uma boa ideia para aqueles dias em que vocês precisam esfriar a cabeça ou até mesmo refletirem sobre a causa do desentendimento, uma vez que ajuda a criar um distanciamento saudável e diminui a agressividade nas palavras e atitudes. Com ela, você manera o tom de voz e até pensa duas vezes antes de fazer um comentário ofensivo.

3. Nada de briga durante as refeições
Muitos casais só se encontram depois do trabalho, então é importantíssimo que o momento da janta, por exemplo, seja um tempo de paz e qualidade. Qualquer discussão só deve ser feita depois da sobremesa. O especialista sugere ainda que, durante a refeição, somente assuntos amenos sejam debatidos, como um filme, livro ou notícias de amigos. A atitude ajuda a descontrair, relaxar e até organizar suas ideias e se preparar para o momento em que terão que enfrentas as diferenças.

4. Divida as tarefas da casa e outras coisinhas mais
Já faz tempo que lavar, passar e cozinhar eram tarefas exclusivamente da mulher. Sentem juntos para dividir as funções domésticas, de maneira que o esforço seja igual para os dois. Cuschnir lembra ainda que, ao sugerir que você lave a louça da refeição preparada pelo parceiro mostra zelo e cuidado. “É quase como dizer um ‘eu te amo’”, diz.

Essa divisão vale também para questões mais simples, como o horário para irem dormir, a quantidade de luz do quarto ou temperatura do ar-condicionado. O psiquiatra lembra que esse tipo de atitude é importante para estabilidade psíquica, uma vez que interfere diretamente no bom andamento da relação. Cuidar do cheiro da roupa de cama, por exemplo, cria um clima de romance e mostra aproximação e cumplicidade.

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5. Crie um mantra
Que tal inventar uma frase para repetir a si mesma (mil vezes, se necessário!) quando se sentir irritada ou incomodada com alguma atitude do parceiro? “Foram as diferenças que nos aproximaram” é uma boa sugestão! Lembre-se que ele não é nem melhor, nem pior que você por ter ideias ou gostos diferentes. O especialista compara um relacionamento com um complexo jardim que deve ser regado diariamente e aparado para eliminar os pequenos espinhos que crescem da noite para o dia.

6. Você é esposa, não professora
Nada de agir como uma professora ou mãe do seu parceiro. Além do cuidado e zelo, é preciso trabalhar também na busca pela intimidade e afeto. Ao cuidar demais, querer ensinar demais ou impor regras demais, você sufoca o outro e tira dele sua individualidade. Para o relacionamento dar certo seu marido ou namorado precisa sentir que tem papel importante nessa relação a dois.

7. Durmam de bem
Nunca, nunca mesmo vocês devem dormir sem ter feito as pazes após uma discussão. Pode levar horas e até tirar um pouco do seu sono, mas é melhor resolver as diferenças imediatamente do que ir para a cama remoendo as mágoas. Entretanto, Cuschnir alerta para a importância de não tomar o momento na cama uma invasão. Segundo o especialista, a reconciliação está associada a um contato físico que ocorrerá quando dormirem. Isso pode levar a uma relação sexual cheia de constrangimentos se algumas diferenças ainda não tiverem totalmente resolvidas. Por isso, nada de forçar a barra. O momento das pazes deve acontecer com calma e naturalidade.

Gostou das dicas?

Beijos,
Selene Ferreira

Como a psicologia pode ajudar você?

por Kliciane Oliveira

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Psicologia é a ciência que trata dos estados e processos mentais, do comportamento do ser humano e de suas interações com um ambiente físico e social. Um psicólogo pode atuar em diversas áreas e com diversos tipos de questionamentos e situações do cotidiano. A maioria das pessoas pode ser beneficiada pelos conhecimentos dessa profissão, não somente aquelas que tem doenças mentais. E você? Já se perguntou alguma vez como a psicologia poderia ajudar você?

Os conhecimentos científicos estudados pelos psicólogos têm o objetivo de melhorar a nossa qualidade de vida, proporcionando ferramentas para lidarmos melhor com os acontecimentos da vida e nos orientando em busca de auto-conhecimento, que é o que nos direciona no caminho para uma vida mais plena e mais autêntica.

A psicoterapia proporciona um ambiente de apoio para pessoas de todas as idades, onde você pode falar espontaneamente para um profissional que vai ouvir você de uma maneira neutra e imparcial, com o objetivo de te ajudar a buscar uma vida mais saudável e produtiva.

Cada vez mais há uma corrida para “padronizar” nossos desejos. A sociedade de consumo, com sua enxurrada de exigências, termina nos afastando daquilo que chamamos de subjetividade, da ponte que nos liga com os nossos sentimentos e pensamentos mais íntimos, com aquilo que realmente importa para cada um. E na psicoterapia buscamos esse reencontro.

Os psicólogos estudam, por exemplo, o desenvolvimento humano. Ou seja, os comportamentos do ser humano desde que nascem até a morte. Isso nos possibilita contribuir de forma significativa em diversos momentos da vida. Desde auxiliar pais e educadores na construção de um relacionamento harmônico com as crianças e adolescentes, até promover condições para que haja um desenvolvimento favorável e adequado.

Estudam também como lidar com questões ligadas à formação da personalidade e como as pessoas se “organizam” mentalmente para atuar em determinadas circunstâncias, à partir de experiências próprias de cada um que vão se acumulando desde a infância e, algumas vezes, atravessando gerações. E como os processos mentais podem ser compreendidos e modificados. Os psicólogos, por meio desses conhecimentos, conseguem enxergar cada individuo como único em suas demandas e desejos e por isso buscam compreender o que acontece com cada pessoa de modo particular. Sabemos que não existe uma fórmula mágica nem um livro de receitas onde haja “orientações” para todas as pessoas. Cada um é um universo particular e em constante transformação.

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Enfim, a lista é grande mas vou citar apenas alguns exemplos de como você pode ser beneficiado pela psicoterapia:

Se você tem depressão, pânico, fobias, transtornos alimentares, ansiedade.
Se você vivencia um processo de luto.
Se os pais estão passando por um processo de divórcio.
Se o relacionamento do casal é muito conflituoso.
Se as crianças ou mesmo os adultos estão com dificuldades de aprendizado, memorização.
Se você precisa de uma orientação para encontrar sua vocação e carreira.
Se você precisa melhorar sua comunicação e seus relacionamentos sociais.
Se você gostaria de criar novos hábitos.
Se você é pai/mãe e precisa de orientação para lidar com as varias fases do desenvolvimento dos filhos.
Se você está passando por algum processo de mudança.
Se você procura lidar melhor com alguma doença crônica.
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Aprender a compreender melhor a si mesmo e os outros.

Nessas e em outras situações há sempre uma maneira de um psicólogo ajudar você nos desafios da vida. Sempre com base em pesquisas e em conhecimento científico. É importante você se certificar, no entanto, que está buscando uma orientação e tratamento com um profissional especializado e competente, que tenha uma formação reconhecida, pois a nossa saúde mental é muito importante e não pode ser entregue nas mãos de qualquer pessoa, por melhores que sejam as intenções é preciso que haja, primeiramente, conhecimento técnico.

Cuide bem de você, ser saudável não é apenas cuidar do corpo. Dê atenção também à sua mente e veja como esse hábito pode ser libertador e te conduzir a uma melhor qualidade de vida.

Kliciane Oliveira

 

Mulheres estão mais insatisfeitas que os homens, diz pesquisa! Entenda as principais causas

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Não é segredo que, ao cuidarmos da nossa saúde, bem-estar e da beleza do corpo e rosto, exteriorizamos o que trazemos de bom e saudável dentro de nós. Por isso, resolvi dividir com vocês o resultado de uma pesquisa realizada pela Abbott em parceria com o Instituto de Pesquisa e Inteligência de Mercado da Abril que visava explicar porque os brasileiros estão tão insatisfeitos com a vida que levam hoje.

Sabia que, dos cinco mil entrevistados, entre homens e mulheres, acima de dos 20 anos, das classes A, B e C e provenientes de todos os estados brasileiros, apenas 10% se declararam totalmente satisfeitos com suas vidas? Ainda assim, 52% afirmam ser felizes, mas sempre com um “apesar de…” em seguida. Acha que a questão financeira é o principal motivo de reclamação? Engana-se!

De acordo com a pesquisa, a maioria dos totalmente satisfeitos é formada por homens (45%), com idade média de 41 anos. Eles são casados (73%) e estão mais felizes com a vida familiar (77%), afetiva (73%) e espiritual (63%). Já, no time dos insatisfeitos, a maioria é composta por mulheres (58%), na faixa dos 34 anos e têm na falta de motivação e na vida profissional as principais queixas de seu descontentamento, com 56% e 53% de peso, respectivamente.

E sabe o que isso tem a ver com a saúde? Tudo, uma vez que é da insatisfação que vem a ansiedade e a depressão. “A pesquisa traduz muito o dia a dia da mulher que ainda está em busca da ascensão profissional, da igualdade e do equilíbrio entre vida familiar e afetiva”, explica Andréa Costa, Diretora de Inteligência de Mercado, responsável pelo estudo realizado. Os dados nos levam a pensar que ainda temos muito a conquistar para nos sentirmos plenas. Estudar mais, nos qualificar mais.

Dessas mulheres, 63% estão extremamente insatisfeitas com o estresse do dia-a-dia e sentem necessidade de administrar melhor seu tempo. Segundo a pesquisa, as áreas que mais determinam uma vida plena são: o convívio familiar (86%), o cuidado com a saúde (77%), a vida social (74%), a profissional (74%) e a afetiva (71%). A falta de dinheiro (60%) e de tempo (43%) é o que mais dificulta essa conquista, segundo o estudo. Problemas com dinheiro são mais aparentes entre as mulheres, que também estão mais descontentes em relação à vida amorosa, à carreira e com a aparência do corpo.

Mas, calma, a pesquisa também apresentou boas notícias! As mulheres, apesar de mais insatisfeita do que os homens, têm mais esperanças que ele de que sua vida melhore. Ou seja, ela sabe que precisa fazer algo a respeito e que pode conseguir mudar seu futuro se o quiser.

Os principais sonhos apontados para o futuro são: viajar mais (79%) e ter uma saúde plena (71%). Já o grande desafio, para 53%, é vencer o sedentarismo, seguido do estresse (46%), do despreparo físico (44%) e do sobrepeso ou obesidade (43%).

A conclusão? Essa pesquisa serve como um bom ponto de partida para que a gente se questione sobre o que dá pra gente melhorar no nosso dia-a-dia. Vamos mudar algumas atitudes? Acordar mais cedo, melhorar a alimentação, praticar exercícios físicos ou até incentivar aquela sua amiga preguiçosa a fazer uma caminhada com você no parque. O resto, vem naturalmente, afinal, com equilíbrio na saúde física, melhoramos também emocionalmente e conseguimos vencer novos desafios pessoais e profissionais. Bom, né?

Beijos,
Selene Ferreira

*Dados da pesquisa: www.vidaaomaximo.abbott

É indecisa? Aprenda já como tomar decisões mais assertivas!

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Não importa o tamanho da decisão que temos que tomar, ao se encontrarmos diante de duas (ou mais opções!) sempre bate aqueles segundos de insegurança. E o pior: nem sempre escolhemos o que seria o melhor pra gente.

Sabia que as decisões que tomamos diariamente, na maioria das vezes são influenciadas pela frequência dos nossos erros no passado, nossas emoções e até preconceitos? A boa notícia é que não precisa mais suar frio ao se ver diante de uma decisão importante. Abaixo, listei cinco estratégias infalíveis sugeridas por pesquisas realizadas em diversos países do mundo pra você só fazer escolhas assertivas e seguras a partir de agora. Aprenda já!

1. Reserve um tempo pra pensar
Pesquisas provam que somente uma fração de segundo antes de tomar uma decisão pode levar você a escolher a melhor opção. Portanto, na próxima vez que tiver que fazer alguma escolha, faça uma breve pausa e pense nos prós e contras de cada opção antes de se decidir. Agir por impulso é um risco muito grande!

2. Liste os prós e contras
E falando em prós e contras… essa tática antiga ainda é a melhor na hora de escolher o que fazer. Pegue um papel e uma caneta e anote lado a lado as vantagens e desvantagens de cada situação. Isso vai te ajudar a visualizar o que pode acontecer se você escolher o caminho A ou B. Sabia que, ao visualizar suas opções, você se permite a medir as consequências das suas decisões com mais clareza? E as vezes é exatamente isso que a gente precisa.

3. Controle seu stress
Um estudo publicado no “Current Directions on Psychological Science” descobriu que em situações de stress as pessoas estão mais propensas a prestar atenção às informações positivas e perdem o interesse nas informações negativas. O resultado? Ao tomar uma decisão sob stress, focamos apenas nos benefícios, ignorando as possíveis desvantagens. Respire fundo, conte até 10 e só então se decida.

4. Exercite sua inteligência emocional
Nunca ouviu falar em inteligência emocional? Ela é definida como “a capacidade de reconhecer e avaliar os seus próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles”. Segundo um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Toronto, quem possui uma inteligência emocional maior, automaticamente toma as melhores decisões. Já quem tem níveis mais baixos de compreensão emocional tende a deixar a ansiedade influenciar até nas decisões mais simples do dia-a-dia. E não para por aí: a pesquisa indicou também que, ao tomar consciência de que sua ansiedade não está relacionada com o tema em questão, você consegue adiar o momento da escolha até que esteja focada em conquistar os melhores resultados.

5. Tente ver a situação com outros olhos
Não é segredo que muitas vezes nossas emoções atrapalham nossos julgamentos, seja no âmbito pessoal ou profissional. Tendo isso em mente, um estudo publicado pela revista “Psychological Science”, sugere observar o problema pela perspectiva de um estranho, como se você estivesse avaliando a situação “de fora”. No estudo, os pesquisadores descobriram que, principalmente quando os problemas são íntimos e afetivos, pensar neles como se você não fizesse parte da situação te ajuda a tomar decisões mais objetivas, claras e inteligentes.

E aí, o que você acha? Está pronta para colocar essas dicas em prática?

Beijos,
Selene Ferreira

A incrível aventura de “tornar-se” mulher!

por Kliciane Oliveira

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“Quando nasci, um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo.  Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
— dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.”
                             Com licença Poética, Adélia Prado

Há muito conteúdo na literatura que fala sobre a maravilhosa aventura de “tornar-se” mulher. Um constante construir-se e reconstruir-se. Ser mulher é ser movimento. Somos muitas em uma só. Seres plurais que desempenham uma infinidade de papéis. Temos medo e coragem, força e fragilidade, sentimento e razão.

Filha, esposa, mãe, cuidadora, professora, enfermeira, profissional, dona de casa e muitas outras funções que vamos acumulando ao longo da vida. Isso nos coloca em constante contato com a nossa subjetividade, pois cada novo papel que assumimos é uma oportunidade de nos reinventarmos e dar um significado mais amplo pra nossa existência. Refletir nos coloca em contato direto com esse universo ainda bastante desconhecido que é a feminilidade. Compreendendo a nós mesmas, chegamos um pouco mais perto de compreender o outro.

 Queremos muito! Somos movidas pelo desejo, pelo amor. E queremos tudo isso sem sair do salto, sem borrar a maquiagem, sem perder a leveza.

A sociedade exige muito de nós, mas nós também somos exigentes com a gente mesmo. Queremos filhos perfeitos, um trabalho empolgante e recompensador, um corpo lindo, saúde, um relacionamento “desses de cinema”, uma vida social de fazer inveja… E, às vezes, a gente também cansa e pensa em desistir, mas tiramos força nem sei de onde para seguir com nossos projetos. É preciso mesmo encontrar essa força motriz que nos faz superar cada desafio que a vida nos impõe. Mas também é preciso sermos compreensivas e maternas com as nossas próprias dificuldades. Às vezes, é preciso sermos nossas mães, nos colocarmos em uma redoma e cuidarmos um pouquinho da gente como cuidamos de nossos filhos. Só assim conseguiremos manter o equilíbrio necessário para nos tornarmos sujeitos da nossa própria história e irmos em busca das nossas realizações pessoais.

Uma coisa é certa: só uma pessoa feliz consegue transmitir felicidade pra quem está a sua volta. Só uma pessoa que se cuida consegue cuidar adequadamente das pessoas ao seu redor. Por isso, temos que ter em mente que precisamos estar inteiros pra nós mesmos e para os nossos relacionamentos. Colocar-se como prioridade em alguns momentos não é egoísmo como muitos podem pensar. É necessidade!

A trajetória é longa e sem fim, mas é maravilhosa e rica. E eu queria começar essa coluna falando do quanto o “feminino” me encanta e da minha paixão por esse assunto tão abrangente. Nesse espaço que iremos construir juntas, eu espero poder abordar inúmeros temas do interesse de todas nós e conto com a participação de vocês pra isso.

Porque mais que seja uma coluna sobre Psicologia, quero manter as “portas abertas” para as questões do nosso cotidiano. Escrever era um grande desejo, mas é uma atividade completamente nova para mim. No consultório, ao longo de todos esses anos, já tive contato com diversas histórias incríveis e apaixonantes, mas o tempo é um senhor limitante. E, de alguma forma, o ofício do psicólogo é um ofício solitário. Aqui, embora não possa aprofundar muitas questões, poderei ter contato com uma infinidade de histórias incríveis. E isso me deixa muito entusiasmada.

Enfim, espero que possamos construir aqui um espaço lindo, descontraído e produtivo. Conto com vocês pra dividir comigo esse percurso.

Beijos,
Kliciane Oliveira

Sentimentos blindados! Veja como não compensar suas emoções na comida

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Sabia que existe uma grande diferença entre “fome” e “vontade de comer”? Apesar de causarem uma certa confusão, identificar as duas sensações não é difícil! Fome é uma necessidade física; aquele vazio que sentimos depois de muitas horas sem nos alimentarmos. Já, a vontade de comer normalmente aparece de uma necessidade de descontar na comida sentimentos de estresse, ansiedade, insegurança, nervoso e até autoestima, com a intenção de sentirmos uma melhora instantânea.

O resultado? Um bem-estar a curto prazo e alguns quilinhos a mais – ainda mais quando recorremos a alimentos rápidos, como embutidos e fastfoods! Ruim, né?

Pra te ajudar separei, com a ajuda da psicóloga de São Paulo, Marília de Abreu, alguns truques fáceis pra você identificar já sua fome:

Fome física
– Tende a surgir gradualmente e poder ser adiada
– Por ser satisfeita com qualquer tipo e quantidade de alimento
– Uma vez cheia, consegue facilmente parar de comer
– Não causa sentimentos de culpa
-Vem do estômago, que pode roncar

Fome emocional
– Surge súbita e urgentemente
– Provoca desejos muito específicos (como pizza ou sorvete)
– Há uma tendência para comer mais do que o normal ou necessário
– Pode desencadear sentimentos de culpa, vergonha ou impotência
– Vem da cabeça: foca-se nas texturas, nos gostos e nos cheiros

Se você faz parte do time que acaba descontando suas emoções na comida e faz dela sua “válvula de escape”, a especialista ensina seis dicas infalíveis para você abrir mão de vez desse hábito. Aprenda já!

Analise a sua fome
Antes de abrir uma barra de chocolate, faça uma pause e analise se aquela fome que você está sentindo é real ou se não se trata de um pico de emoção à flor da pele. Tente avaliar, inclusive, se essa “fome” não é, na verdade, sede disfarçada. Você tem lembrado de tomar de 8 a 10 copos de água todos os dias? “Como esse exercício de consciência você vai se surpreender com quantas vezes por dia acaba comendo por impulso”, explica.

Conheça suas fragilidades emocionais
Assim como algumas emoções são a chave para o seu sucesso, muitas vezes acabam boicotando sua dieta e prejudicando sua saúde. Agora é a hora de fazer uma lista das suas principais qualidades e trabalha-las para que elas sejam sempre usadas a seu favor, seja no trabalho, com a família ou nas relações interpessoais. “O mesmo vale para os seus defeitos. Uma vez identificados e trabalhados, você aprende a dominá-los, sem sentir necessidade de compensá-los na comida ou em outros vícios, como cigarro ou álcool”, diz a expert.

Compreenda sua ansiedade
Segundo a psicóloga Marília de Abreu, por trás de toda crise de ansiedade, existe emoções desequilibradas. “O segredo está em se perguntar qual é a exata raiz do problema e como resolve-lo sem precisar recorrer a um hambúrguer ou uma porção enorme de batatas-fritas”.

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Seja firme
O hábito de descontar suas emoções na comida não vai desaparecer a não ser que você se mantenha firme em se livrar desse ciclo vicioso. O primeiro passo é assumir uma vontade de mudar e acreditar que quem conduz sua vida é somente você e não a comida. Que tal, então, trocar aquela corridinha até a cozinha por cinco minutinho de meditação. Evocar mantras como: “eu quero, eu posso, eu consigo” enquanto respira fundo 10 vezes, pode ser uma maneira eficaz de ajudar você a resistir à tentação, além de acalmar o corpo e a mente.

Mude o foco
Bate aquela vontade descontrolada de comer? Afaste-se da comida! Parece óbvio, né, mas você não pode resistir a tentações inalcançáveis. Por isso, mude de ambiente, vá para a academia, se tranque no quarto e leia algumas páginas do seu livro preferido, ouça música, vá lavar o cabelo…. “Ao sair do lugar onde está, você fora seu cérebro a mudar de foco, ajudando-o a se desligar daquela vontade incontrolável de comer”. Simples assim!

Trabalhe suas emoções
Notou que a necessidade de comer normalmente aparece diante de um desafio no trabalho ou após uma briga com o parceiro? Trabalhe essas emoções de nervosismo, tristeza ou frustração a fim de precisar cada vez menos da comida como fonte de conforto e bem-estar. “Em muitos casos, a fonte do problema nem sempre é descoberta imediatamente. Ela pode estar mascarada com traumas que, muitas vezes não somos capazes de identificar sozinhos. Nessas horas, um acompanhamento com um profissional especializados, como psicólogos e terapeutas, pode ajudar”, diz Marília. Já pensou nisso?

Beijos,
Selene Ferreira

O melhor do São Paulo Fashion Week! Confira as principais tendências

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Entre os dias 27 a 31 de agosto o Parque do Ibirapuera recebeu a 44ª edição do São Paulo Fashion Week – principal semana de moda do Brasil. Com a intenção de mostrar as tendências que virão com tudo no verão 2018, marcas famosas como Animale, Gloria Coelho, Água de Coco, Osklen e muitas outras desfilaram suas escolhas em coleções ricas, modernas e cheias de detalhes.

Depois de acompanhar o melhor de cada desfile, trouxe os meus looks favoritos pra vocês darem uma olhada. E depois desse apanhado, já posso adiantar algumas tendências: quando o assunto é moda praia, invista sem medo nas hot pants (aqueles biquínis mais altos, ultrapassando a altura do umbigo) e saídas longas e fluídas.

Franjas, transparências, tules, aplicações, recortes assimétricos e muito vermelho, preto, branco e principalmente azul marinho são as grandes apostas dos estilistas em vestidos trabalhados, jaquetas jeans e de couro e blazers estruturados. Gostou?

Confira os 12 desfiles que, pra mim, foram os grandes destaques dessa edição do SPFW.

Iódice: muita franja e leveza nos vestidos longos deixaram a mulher da Iódice sexy, confiante e elegante na medida certa. Destaque para o mix de estampas, plumas e paetês.

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Osklen: Tarsila do Amaral foi a grande inspiração da coleção da Osklen, que mostrou lenços e looks estampados com os principais quadros da pintora.

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Vix: A beachwear de Paula Hermanny mostrou uma coleção colorida com peças oversized, contrapondo o marinho e estampas diferentes com transparências. O maxi chapéu foi o toque especial do desfile da estilista.

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Lilly Sarti: A estilista usou o monocromático como ponto de partida em vestidos longos e fluidos para a noite e conjutinhos com blusas de um ombro só e calça para o dia-a-dia. Mais comercial que isso, impossível!

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Triya: a marca de Isabela Frugiuele se inspirou nas cores e nas tramas do Brasil para essa coleção do São Paulo Fashion Week. Com muitas referências tropicais, os destaques da coleção foram os espartilhos, bordados e tramas feitas com lycra.

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Lenny Niemeyer: as artistas plásticas Hilma Af Klint e Emma Kunz foram o ponto de partida dessa coleção. Como resultado, muita geometria apareceu nos maiôs e croppreds, além de estampas e peças em rosa e azul e listras clássicas em vestidos, macacões e maxi blazers.

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PatBo: Patrícia Bonaldi investiu numa coleção em clima de resort, com toques retrôs, camisaria romântica e saias de babados. Os detalhes bordados enchem os olhos.

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Água de Coco: quem assistiu o desfile da Água de Coco nesse São Paulo Fashion Week se sentiu na Ilha de Bali, na Indonésia. E não foi à toa: biquínis, sungas  maiôs e saídas de praia ganharam estampas de campos de arroz, barcos, orquídeas e obras expostas no museu de Ubud, além de muito brilho, bordados e vitrilhos. Lindo!!

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Animale: investindo no conceito “see now, buy now”, onde você pode comprar as peças que passaram pela passarela imediatamente após o desfile, a Animale mostrou uma coleção cheia de bordados, aplicações de flores e jacquards em quimonos e conjuntos.

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Glória Coelho: com modelos de diferentes idades, a estilista quebrou padrões de beleza e comportamento em um vestido lindo, cheios de azul marinho, branco, mostarda e preto, em capas estruturadas e vestidos de organza com aplicações de flores sobre transparências estratégicas.

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Lino Villaventura: O combo bordados e jogos de transparência apareceu em peso no desfile de Lino Villaventura nessa edição do SPFW. Vestidos fluidos e assimétricos marcam a coleção que, mais uma vez, mostrou uma riqueza de cores e detalhes sem igual.

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TIG: a mulher da TIG foi toda inspirada na imperatriz Leopoldina – uma figura empoderada, livre e ousada. Na passarela, um mix de referências tropicais, barrocas, modernistas e esportivas. Conclusão: uma coleção ousada e cheia de peças luxuosas.

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E então, o que achou das minhas escolhas? Uma coleção mais linda que a outra, né?

Beijos,
Selene Ferreira

*Imagens: Divulgação

Tem metabolismo lento? O vilão pode ser o seu ritmo de vida!

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Muita gente se queixa de metabolismo lento. O que pouca gente sabe é que o grande vilão para esse problema pode ser o seu estilo de vida. É isso mesmo. Dormir cedo (no máximo às 23h) e não pular nenhuma refeição (café da manhã, almoço e jantar) são conselhos cada vez mais recomendados pela ciência.

E tudo o que você precisa são de apenas duas semanas para notar a diferença. É verdade! Em 15 dias, seu corpo passa a se acostumar com o novo ritmo e sua energia vai ser outra, pode acreditar. E se você ainda precisa de mais vantagens, aqui vai talvez a mais convincente delas: a mudança na balança também não vai demorar a aparecer. Isso porque seu peso não depende somente do quanto e do que você come, mas também de quanto se come. Quem garante é um recente estudo apresentado pela Universidade Loma Linda, na Califórnia (EUA), baseado em uma análise dos hábitos alimentares de 50 mil adultos durante sete anos.

Os especialistas americanos recomendam ainda que, principalmente na hora do jantar, a gente não exagere na quantidade de comida que coloca no prato. “O ideal é caprichar no café da manhã, quando nosso metabolismo tente a funcionar melhor uma vez que nosso organismo está mais descansado e menos sobrecarregado”, diz Hana Kahleova, autora principal do estudo americano.

Intervalos no jejum
Se mesmo depois de seguir um ritmo de vida regrado, você continua com o metabolismo lento e não consegue emagrecer, vale a pena mudar o horário do dejejum para um pouco mais tarde. Isso porque os cientistas do mesmo estudo citado acima notaram que os voluntários que faziam jejum de 18h à noite – entre o jantar e a primeira refeição do dia seguinte – apresentavam menos sobrepeso. Como resultado, a pesquisa comprovou que as calorias ingeridas se correlacionam com as calorias gastam, evitam que elas se acumulem como reservas ou células ampliadas de gordura. E, ao contrário de muita gente acredita, o jejum noturno prolongado impulsiona o metabolismo.

Cuidados na hora de mudar seu ritmo de vida
Interessada em testar o método? Tenha em mente que não deve pegar tão pesado! Os cientistas garantem que doze horas de jejum noturno são o suficiente para mostrar resultados positivos. Tudo o que você precisa é jantar, dormir cerca de oito horas e, então ficar mais quatro horas sem se alimentar pela manhã.

Agora, se você é daquelas que já acorda morrendo de fome, tente dormir duas horas mais cedo (aumentando o jejum noturno para 10 horas e ficando duas horas sem se alimentar pela manhã) ou faça apenas 10 horas totais de jejum. É verdade que o resultado não será o mesmo, mas já trará benefícios.

E não precisa repetir o jejum todos os dias para acelerar o metabolismo lento, viu? Duas a três vezes por semana já é mais do que suficiente.

Pra terminar os pesquisadores do estudo americano dão uma última dica: combine seu novo ritmo de vida com uma alimentação que priorize frutas e verduras, além da prática diária de exercícios físicos. O conselho é antigo, mas ainda é o mais eficiente na busca pela perda de peso!

Dica anotada? Que tal conversar com o seu médico antes de fazer qualquer alteração na sua rotina? Esses dados são importantes, mas só ele é capaz de dizer o que funciona, de fato, para o bom funcionamento do seu metabolismo.

Beijos,
Selene Ferreira